terça-feira, 31 de agosto de 2021

Mais uma vez a nossa Associação de Combatentes esteve com Nossa senhora do Mont’Alto

 


O Dia 15 de Agosto de 2021 fica marcado grandemente pelo facto de Nossa Senhora do Mont’Alto não ter aquele convívio que desde sempre teve, aparte a Fé que, apesar da pandemia, ainda reuniu muitos forasteiros na Esplanada do Menino da Ladeira, onde foi celebrada a missa pelo bispo D. Virgílio Antunes, coadjuvado pelo reitor Lucas Pio e pelo diácono Alfredo Fernandes.

A imagem de Nossa Senhora, desde a sua saída da sua residência do santuário, ao seu regresso, teve sempre a guarda de honra dos nossos Combatentes, que nos tempos da guerra ultramarina, passando por maus momentos, trouxeram e trazem ainda no coração Nossa Senhora do Mont’Alto, e que ainda hoje a veem como a sua santa milagreira.

Depois da missa, praticamente todos os espaços do Santuário que habitualmente são escolhidos para se saborearem bons almoços e merendas, quer no Carvalhal, quer na ladeira junto à capela de Nossa Senhora de Fátima, não se viu viva alma.

Olhando do alto do fontanário monumental, a tarde, que era um reboliço, com carros estacionados e pessoas num vai vem espetacular, nada se viu. A vida festiva do Dia 15 de Agosto de 2021 ficará marcada não pela festa dos arganilenses, mas sim pela festa da pandemia, a qual motiva toda esta desgraça que se vai vivendo, não se sabendo até quando.


E mais uma vez os nossos soldados, os nossos Combatentes, estiveram de serviço, orgulhando-se por terem cumprido mais uma missão de paz e de religiosidade, num espaço que lhes é tão querido, tendo como lema a Fé e Convívio.

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Exposição documental da passagem das Invasões Francesas pelo concelho de Arganil

 

Exposição documental da passagem das Invasões Francesas pelo concelho de Arganil

No ano em que se assinalam 210 anos sobre o término da Terceira Invasão Francesa, a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra assinala a efeméride através de um roteiro temático alusivo a estas invasões no território, elaborado sobre a chancela da revista National Geographic e que vem reforçar o turismo militar na região. Constituindo-se um importante marco para a consolidação do desenvolvimento deste recurso turístico, está a ser trabalhado no sentido de o tornar diferenciador, sustentado ainda por ações complementares a esta, como a sinalização dos principais pontos de interesse. Em Arganil, esta sinalização está implantada em Sarzedo, enquanto marco do local no qual as tropas inimigas estiveram acantonadas entre 17 e 19 de março de 1811.

Mais pormenores e testemunhos da História das Invasões Francesas no Concelho de Arganil podem ser conhecidos na exposição patente na Biblioteca Municipal Miguel Torga, entre o dia 19 e 31 de julho, que posteriormente fará itinerância por vários pontos do concelho em datas e locais a anunciar brevemente.

Saiba mais sobre a passagem das Invasões Francesas no concelho de Arganil, aqui: 

https://www.cm-arganil.pt/noticias/turismo/arganil-e-as-invasoes-francesas-em-roteiro-turistico-historico/

sexta-feira, 25 de junho de 2021

A nossa Associação presente na Assembleia-Geral da Federação Portuguesa das Associações de Combatentes


Realizou-se no passado dia 5 de Junho de 2021, a assembleia-geral da Federação Portuguesa das Associações dos Combatentes, doravante designada por F.E.P.A.C., que se realizou em Tondela, na sede da Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar (ANCU).

Antes do início da reunião, o presidente da assembleia, Dr. Freitas, de Braga, pediu a todos os presentes um minuto de silêncio em memória dos recentes falecimentos do presidente da Associação de Penacova, António Miranda, e do secretário Martins, da direção da Associação de Mangualde.

Cumprido o minuto de silêncio, deu-se então início à Ordem de Trabalhos pelo presidente da assembleia, aonde foram discutidos vários assuntos importantes pelo também presidente da direção, Dr. Ferraz, para além de outros elementos das Associações presentes que representam a Federação.

Estiveram presentes as Associações de Combatentes nesta assembleia-geral, que fazem parte desta Federação: 


Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra (Braga), Associação Nacional de Combatentes do Ultramar (Tondela), Associação de Combatentes Os Beirões (Mangualde), Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, A.C.U.P. (Castelo de Paiva), Associação de Combatentes do Concelho de Tábua, Associação de Combatentes do Concelho de Pampilhosa da Serra.

Não puderam estar presentes, por motivos óbvios, outras Associações que fazem parte da Federação, que foram as seguintes: APOIAR (Lisboa); Associação Social e Cultural Vilacondense (Vila do Conde), Associação Portuguesa dos Combatentes Militares (Sines), Associação de Combatentes do Concelho de Penacova e Associação de Combatentes do Concelho da Lousã.

Também não puderam estar presente na reunião, sem vínculo estatutário, a Associação de Comandos de Lisboa e Movimento Cívico dos Antigos Combatentes de Vila Nova de Gaia.

Ficou agendado, antes do encerramento da reunião, nova assembleia- geral em Braga no mês de Agosto. 


quarta-feira, 16 de junho de 2021

Combatentes oliveirenses não esqueceram o 10 de Junho no Santuário de Nossa Senhora das Preces

 

Na impossibilidade de se deslocarem às cerimónias do 10 de Junho, em Belém (Lisboa), devido às restrições por causa do Covid-19, os antigos Combatentes do Concelho de Oliveira do Hospital, que habitualmente estão presentes nas cerimónias, mandaram celebrar uma missa na capela do Santuário de Nossa Senhora das Preces por todos os militares que estiveram nas ex-Províncias Ultramarinas. 

Após a missa, que foi presidida pelo ex-capelão e actual padre na Unidade Pastoral de Tábua, Manuel Silva Paiva, as cerimónias prosseguiram com um almoço/convívio, onde foram respeitadas todas as normas de distanciamentos a que a lei obriga. 

Nas cerimónias também estiveram presentes dois elementos da Associação de Combatentes do Concelho de Arganil.

Carlos Dinis, Sócio da Associação. 


sexta-feira, 9 de abril de 2021

Dia do Combatente

 

Neste dia, o Estado-Maior-General das Forças Armadas relembra e homenageia os antigos combatentes, que muito nos orgulham por todo o trabalho que fizeram ao serviço da Pátria. A sua abnegação, coragem, espirito de sacrifício e patriotismo são uma referência para todos os militares.

As Forças Armadas têm hoje 557 militares empenhados em 16 missões internacionais, em quatro continentes e vários espaços marítimos, contribuindo ativamente para a segurança e a paz no mundo.

terça-feira, 30 de março de 2021

POR AÍ…

 

QUEM AINDA SE LEMBRA DAS MADRINHAS DE GUERRA?

- “Se me lembro das madrinhas de guerra? Oh, se lembro, e de que maneira! Acabei por casar, e em boa hora, com a minha madrinha de guerra!”. Assim falava um ex-militar da guerra de Angola dos anos 1960, quando lhe perguntaram se ainda se lembrava das madrinhas de guerra, à mesa do café (quando ainda se podia beber uma bica e dar dois dedos de conversa que tanta falta faz, principalmente aos idosos. Depois veio o Covid, os confinamentos, o afastamento, ruas e cafés vazios, e quando se vai sozinho pela rua e se vê alguém, parece que, desconfiados, fugimos uns dos outros…).

O fenómeno das madrinhas de guerra, senhoras e jovens raparigas que se correspondiam com os militares expedicionários das guerras do Ultramar e os reconfortavam com meia dúzia de linhas escritas, através de aerogramas ou cartas, das vicissitudes dos combates e recontros com o inimigo tantas vezes escondido em emboscadas, nos perigosos capins e picadas africanas, recomeçou no Verão de 1961. 

Já antes, durante a Grande Guerra de 1914-1918, os militares do C.E.P. (Corpo Expedicionário Português), em terras da Flandres, eram apoiados moral e materialmente por “criança, senhorinha ou senhora que assistia moralmente ou protegia um soldado em operações”, às vezes sem conhecê-lo pessoalmente, “escrevendo-lhe enviando-lhe livros, tabaco, doces, víveres ou presentes”. Uma madrinha de guerra era, dizia-se, “a protectora de um militar em campanha”.

Mas, voltando aos anos 1961-1974, anos das guerras que Portugal enfrentou em Angola, Moçambique e Guiné, a comunicação entre as madrinhas de guerra, na Metrópole, e os soldados, em África, era maioritariamente feita através dos “aerogramas”, termo que havia sido oficialmente aprovado na União Postal Universal, de 1952. Em Portugal, nesses anos de guerra, o aerograma era da responsabilidade do S.P.M. (Serviço Postal Militar), “serviço de importância capital… para a manutenção e elevação do moral das tropas” e custava para os civis $30 centavos (três tostões), sendo gratuito para os militares. E tinha duas cores – para os civis, azul, para os militares, amarelo. Assim era mais fácil violar a correspondência em caso de desconfiança… dizia-se na altura.

O aerograma era um desdobrável, leve, que não necessitava de envelope nem de selo. Tinha o apoio do Movimento Nacional Feminino (M.N.F.) e da TAP (Transportes Aéreos Portugueses). Para além da acção do M.N.F., teve também especial importância a secção feminina da Cruz Vermelha Portuguesa.

Voltando às madrinhas de guerra, havia revistas que apelavam às senhoras e raparigas “ofereçam-se para madrinhas de guerra. Mandem o vosso nome e morada para o M.N.F.”. Segundo o relato de muitos militares desse tempo, havia muitos deles que tinham mais de uma madrinha de guerra, que depois, com o evoluir da correspondência, uma seria a escolhida. “Já namoras? Se não, sou eu que te estou a pedir namoro, agora. Aceitas?”. Seria o começo de uma nova relação, que, ao chegar da comissão ao cais da Rocha Conde d’ Óbidos ou Alcântara, por entre beijos e abraços, o pedido de namoro transformava-se agora em noivado. O casamento viria logo a seguir. Tempos! 

"Eduardo Gonçalves"

terça-feira, 23 de março de 2021

2021 - HORA DE VERÃO

 

2021 - HORA DE VERÃO

Portugal Continental 

e Região Autónoma da Madeira

• horário de verão: 28 de março de 2021 à 01h00 mudamos o relógio para às 02h00 

Região Autónoma dos Açores

• horário de verão: 28 de março de 2021 à 00h00 mudamos o relógio para às 01h00

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Tenente-Coronel Marcelino da Mata uma figura que esta Associação jamais esquecerá

 Foi no passado dia 11 de Fevereiro de 2021 que faleceu, aos 80 anos, no Hospital Amadora-Sintra, o Sr. Tenente-Coronel Marcelino da Mata, uma figura que todos os Combatentes que passaram pela província da Guiné, e não só, conheciam, uns pessoalmente outros porque ouviam falar dele como pessoa extraordinária, um Militar e um Combatente que sempre foi ao longo da sua vida e que honrou o nosso Hino e a nossa Bandeira Nacional.

Vem isto a propósito da visita que nos fez, a convite da nossa Associação de Combatentes, no dia 24 de Outubro d 2015, aquando do primeiro encontro de Combatentes da Guiné, estando também presentes outros elementos das províncias de Angola e Moçambique.



Teve uma recepção amistosa e de respeito na nossa sede e depois do almoço, servido pelo Restaurante “Phallato”, no salão do Mont’Alto, foram-lhe entregues algumas lembranças, a que o nosso Tenente-Coronel Marcelino da Mata agradeceu com educação e humildade, como aliás era seu apanágio.

Para recordar esses momentos, nada melhor do que as fotos que vão inseridas nestas linhas de homenagem a um Grande Homem, as quais testemunham o que foi este acontecimento importante e histórico para a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil e para os que estiveram presentes, com grande orgulho, sobretudo a parte feminina.

Grande Homem, Grande Combatente!

Que descanse em paz, Sr. Tenente-Coronel Marcelino da Mata.



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Morreu Marcelino da Mata, o militar mais condecorado do Exército

 Nascido na Guiné-Bissau, aonde, após o 25 de Abril, foi proibido de regressar, o militar que se destacou na Guerra Colonial foi vítima de covid-19.

Morreu nesta quinta-feira, aos 80 anos, o tenente-coronel Marcelino da Mata, um dos militares da Guerra Colonial mais condecorados. Segundo fonte oficial do Exército, o militar morreu no Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), vítima de covid-19.

Marcelino da Mata, natural da Guiné-Bissau, foi um dos fundadores dos comandos, tropa de elite na qual serviu desde o início da Guerra Colonial, em 1961, e na qual foi progredindo de soldado até oficial, tendo sido promovido em 2018 a major, estando graduado em tenente-coronel.

No Verão de 2018, quando se discutiu a última promoção a major, o presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, insurgiu-se contra tal possibilidade, afirmando, em artigo no PÚBLICO, que Marcelino da Mata, cometera “crimes de guerra” na Guiné, com “especial relevo” no ataque a Conacri (Operação Mar Verde).

O coronel Matos Gomes, que cumpriu parte do seu serviço militar com Marcelino da Mata na Guiné, entre 1972 e 1974, recorda o seu camarada de armas como um homem “de grande coragem, um combatente muito competente, agressivo e inteligente”. Capitão de Abril, Matos Gomes lembra que o militar agora falecido tinha a seu cargo o comando de um grupo de operações especiais “diversificadas e irregulares no interior da Guiné e nos países limítrofes”. 

A mais conhecida foi a denominada Operação Mar Verde, comandada por Alpoim Calvão, que passou pela invasão da Guiné Conacri. Matos Gomes diz que essa missão tinha três objectivos principais: “Derrubar o presidente da Guiné Conacri, Sékou Touré, com a ajuda de forças locais; prender e eliminar Amílcar Cabral [líder do PAIGC e exilado naquele país]; e libertar cerca 40 militares portugueses presos.” 

“Marcelino da Mata só conseguiu o terceiro objectivo, libertar os prisioneiros, mas a operação foi um grande sucesso”, lembra o capitão de Abril. Esta e outras das cerca de 2000 missões de combate que cumpriu valeram-lhe várias condecorações, como a de cavaleiro da Antiga e Muito Nobre Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.

Após o 25 de Abril de 1974 e do fim da Guerra Colonial, foi proibido de voltar à sua terra natal, entretanto independente. “Não poder voltar foi sempre um dos grandes desgostos da sua vida”, lembra Matos Gomes.

Durante o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), “chegou a ser sequestrado e torturado por elementos do MRPP, tendo que se retirar da vida publica durante uns tempos”, afirma o capitão de Abril. Na Primavera de 1975, Marcelino da Mata foi detido e torturado por militares e civis ligados ao MRPP no quartel do Regimento de Artilharia de Lisboa (Ralis). Esteve exilado, em Espanha, até ao 25 de Novembro de 1975.

“Marcelino da Mata soube sempre de que lado estava e porque estava: sempre se considerou português e eu também o considerei sempre assim”, acrescenta Matos Gomes.

Este militar lembra ainda duas curiosidades sobre Marcelino da Mata: “Odiava andar de avião e entrou para os comandos, porque o seu irmão não podia ir, e foi ele.” Marcelino da Mata reformou-se em 1980 e foi responsável pela segurança da Universidade Moderna, encerrada em 2008.

(Jornal Público - Luciano Alvarez - 11 de Fevereiro de 2021)



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Mais um camarada que parte

O nosso amigo e camarada Fernando Martins, Furriel Miliciano Ranger da C.Cac.4742 partiu. 

Várias operações ao coração deixaram-no muito debilitado, a maldita Covid fez o resto. Deixou-nos um grande amigo.

Membro da Associação dos Combatentes de Mangualde

Que a sua alma descanse em paz.

À família e amigos os nossos sentidos pêsames.



quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Cartão do Combatente emitido até Fevereiro



É uma boa notícia para todos os Combatentes, porque na segunda-feira, dia 11 de Janeiro de 2021, a Comissão de Antigos Combatentes, composta por antigos membros do Exército, Força Aérea e Marinha, reuniu com a Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento, para discutir as reivindicações dos militares acerca da implementação do Estatuto do Antigo Combatente.

Recorde-se que o estatuto foi aprovado em agosto de 2020 e prevê vários benefícios a antigos combatentes e viúvas, entre eles a gratuitidade dos transportes públicos e de medicamentos.

No entanto, as regalias só são concedidas a quem for portador do cartão do Antigo Combatente, que ainda não está a ser emitido.

Segundo António Araújo da Silva, dirigente da comissão, a reunião “foi uma conquista”, uma vez que “todas as regalias pretendidas foram concedidas”.


E AINDA OS “SEM-ABRIGO”

Foi garantido aos ex-militares que todos os antigos combatentes e viúvas irão receber o cartão até ao fim de fevereiro. A secretária de Estado também se prontificou “a atuar junto dos sem-abrigo”, uma situação que é comum entre antigos combatentes, disse António Araújo da Silva ao JN.

Na primeira reunião da Unidade Técnica para os Antigos Combatentes (UTAC), deu-se início aos “procedimentos contratuais com vista à produção física do Cartão de Antigo Combatente e do Cartão de Viúva/Viúvo de Antigo Combatente”, segundo um comunicado do Ministério da Defesa Nacional.

É função da UTAC “emitir recomendações e propor novas medidas de apoio económico-social e referentes à saúde dos antigos combatentes”, em articulação com outras medidas.

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Faleceu o presidente da Associação de Combatentes de Penacova


Faleceu o presidente da Associação de Combatentes de Penacova

ANTÓNIO DE MIRANDA, presidente da Associação de Combatentes do Concelho de Penacova faleceu no dia 4 de Janeiro.

Durante alguns anos visitou a nossa sede, representando a sua Associação, sendo também um amigo.

Nas exéquias fúnebres esteve representada a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, que ao mesmo tempo representou a Federação Nacional.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Boas Festas

 


A Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, deseja a todos os seus associados, amigos, colegas combatentes e familiares um Feliz e Santo Natal. Um ano de 2021 com tudo de bom e que nos traga A VACINA.

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

A Associação de Combatentes de Arganil não esqueceu os seus camaradas mortos em defesa da Pátria

Apesar da pandemia…

A Associação de Combatentes de Arganil não esqueceu os seus camaradas mortos em defesa da Pátria

Como é habitual, no 1.º de Novembro celebra-se o Dia de Todos-os-Santos e por este facto, a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil não podia ficar indiferente à efeméride, já que é neste dia que visita os cemitérios e os memoriais dos nossos combatentes mortos ao serviço da Pátria.

Perante a situação que se vive no país e no mundo devido à pandemia, pedimos aos senhores Presidentes de Junta de Freguesia envolvidos neste acontecimento (visita os memoriais) e aos familiares que normalmente estavam connosco nessa homenagem, que não estivessem presentes. Assim aconteceu.

Mesmo assim, a visita foi realizada por três elementos desta Associação (António Vasconcelos, Marílio Gonçalves e Orlando Costa), a qual decorreu com a normalidade necessária.



Iniciámos a nossa «operação» a partir do Memorial de Arganil, seguindo-se Abrunheira, Vila Cova do Alva, Pomares e, finalmente, Valado, aonde nos aguardava o Sr. Albino Gomes e mais um casal amigo, enquanto a D. Isabel Sérgio, sua esposa, preparava o almoço para nos oferecer, como sempre tem acontecido.

Iniciámos o regresso a Arganil, não antes de ter agradecido a amabilidade deste casal amigo, e que «para o ano cá estejamos todos novamente para homenagear, no Largo do Valado, o “nosso Zézito”», como disse Albino Gomes, o 1.º cabo José Henriques Pedro, morto em combate na Província de Moçambique.

Assim será Sr. Albino, esperando que não haja confinamentos e nem COVID-19. Até lá.




segunda-feira, 19 de outubro de 2020

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Os Combatentes de Arganil com a Nossa Senhora do Mont’Alto

A semana do dia 15 de Agosto de 2020 fica para a história da Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, porque durante as visitas que a imagem de Nossa Senhora do Mont’Alto levou a efeito às freguesias vizinhas, foi transportada num Honimogue de um jovem, embora não sendo Combatente, o tem dispensado para estas organizações. Pois o Carlos Oliveira, que é filho de um também Combatente, Carlos Fernandes Oliveira, num gesto de louvar, bem como a “Secção” dos Combatentes que foi estipulada para esta aventura de paz e de religiosidade, mereceram todos os louvores das pessoas que acompanharam as cerimónias, bem como da parte da Igreja, particularmente do Reitor Padre Lucas Pio, que no encerramento desta aventura, no dia 15, à tarde, depois da missa campal, deixou frases sentidas em louvor dos Combatentes, os quais, mais uma vez, souberam honrar não só a Associação, como a farda que envergaram ainda, mas sobretudo Nossa Senhora do Mont’Alto, uma santa que, todos os arganilenses, quando saíam ou saem da sua terra, particularmente, nós, Combatentes, que em horas aflitivas, não a esqueciam, através das suas preces.


Foi uma jornada inesquecível, sobretudo para a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, que jamais será olvidada por todos os que nela participaram, numa altura em que o COVID-19 a isso obriga a todas estas modificações.






 
 



JOSÉ TRAVASSOS DE VASCONCELOS

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

O «Estatuto do Antigo Combatente» finalmente aprovado

Depois de tantas lutas, durante vários anos, finalmente os Combatentes vão ter o seu Estatuto, designado «Antigo Combatente». Depois de ter sido aprovado por larga maioria pela Assembleia da República, no dia 23 de Julho, e que o Presidente da República prolongou posteriormente, finalmente foi feita justiça, só pecando por tardia, pois se a lei fosse aprovada há anos atrás, evitava que muitos Combatentes falecessem já, devido ao stresse de guerra que absorveram nos três campos do conflito armado, particularmente na Guiné, Angola e Moçambique.

O diploma foi aprovado pelo Presidente da República, Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, o qual, saudando a aprovação do Estatuto do Antigo Combatente, através do sítio da internet da Presidência da República, sublinha que «é o início de um caminho e não o seu termo», referindo ainda que o diploma «vem reconhecer o esforço, o sacrifício e o luto que os Combatentes e suas famílias colocaram ao serviço da Pátria».

Segundo informação obtida, através da Direcção-Geral de Recursos da Defesa Nacional, o Cartão do Combatente, para ter acesso aos direitos de Estatuto de Combatentes, irá ser enviado pelos CTT a todos os Combatentes para a moda que lá existe. Porém, todo aquele que mudou de residência há pouco tempo e que ainda não actualizou a nova morada, pode ligar para o n.º 213 038 500 e corrigi-la.

As reivindicações que foram aprovadas

O Estatuto do Antigo Combatente consagra o alargamento dos benefícios às viúvas/os ou cônjuges sobrevivos; um apoio especial na saúde; a isenção total das taxas moderadoras; um aumento do complemento especial de pensão, que se aplica a quem recebe a pensão social, por exemplo.

A legislação prevê igualmente a possibilidade de utilização gratuita de transportes, livre acesso a museus e monumentos nacionais, bem como prevê ainda um suplemento de 7% para os antigos Combatentes com as pensões mais baixas.

A nova lei entrará em vigor a partir do próximo ano, com o Orçamento Geral do Estado de 2021.

JOSÉ TRAVASSOS DE VASCONCELOS

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

A Associação de Combatentes sente a perda e um grande amigo: Dr. Francisco Travassos Cortez

Não é só a comunidade Arganilense que ficou chocada com a morte do seu conterrâneo Dr. Francisco José Travassos Cortez, ocorrida na sexta-feira, dia 16 de Agosto 2019, no Hospital Francisco Xavier, em Lisboa, após doença súbita e por isso muitos Arganilenses se deslocaram a Coimbra, para acenar o último adeus ao seu amigo, onde esteve representada a nossa Associação, com diversos dirigentes.

É que o Dr. Francisco Travassos era uma figura muito estimada em Arganil, onde nascera e a nossa Associação tinha nele um grande conceito de amizade. Todos os anos, particularmente no dia 15 de Agosto, no Mont’Alto, não faltava na nossa barraca, para saborear, com as filhas, a boa sopinha (como dizia) e uma febra. E como não gostava de comer a sopa em pratos plásticos, a Associação até tinha comprado umas taças, a fim de ir ao encontro da vontade do nosso amigo, pensando que este ano estaria presente. Afinal, infelizmente, tal não aconteceu.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Já lá vão 53 anos…


Fez no dia 4 de Agosto de 1967, que cheguei a Lourenço Marques, em rendição individual, no navio «Angola», para uma missão de soberania, que a maior parte da juventude dessa altura estava sujeita. Quando hoje, sobretudo no Distrito de Cabo Delgado, onde se vê tanta destruição, tanta gente morrendo às mãos de forças que não têm sensibilidade, às centenas, vendo-se aos milhares desalojados fugindo da guerra, sendo as crianças as maiores vítimas, bem como os velhos, em situações desumanas, dá para pensar aos que lá andaram e quando havia vítimas, porque também como nós estavam a defender a sua terra, tanto fomos criticados. Hoje, vendo-se todas estas atrocidades, diga-se que, afinal, o Exército Português não foi assim tão mau para os moçambicanos, neste caso particular, porque além de matar a fome às populações, estas tinham também à sua disposição médicos e enfermeiros, não faltando também o ensino. O que hoje se vê, certamente que os atingidos, até dirão: Quem nos dera ter por cá novamente os portugueses... Na zona de Montepuez, terra do caju, todas as palhotas isoladas foram agrupadas a comunidades já instaladas, o que lhes dava segurança, pois estas eram atacadas pelos seus próprios irmãos.

Como dizia, depois de Lourenço Marques, cheguei à minha Companhia, 1504, em Novembro, desse ano. Depois de passar por Mocimboa da Praia, onde desembarquei, seguindo por Sagal e Diaca, onde havia uma fábrica de transformação de algodão, cheguei a Mueda, depois de passar pela Curva da Morte, onde morreram muitos camaradas em emboscadas. Aqui aguardei por transporte até Muidumbe, depois de passar por Miteda e Nangololo, onde estava instalada a sede do Batalhão 1878. O Batalhão, sendo transferido para Montepuez, regressou, entretanto, à Metrópole em Fevereiro de 1968, sendo eu, depois, colocado em Tete, no Comando de Agrupamento 1990, terminando a comissão de soberania em 1969, na Beira, chegando à minha terra - Arganil, em 22 de Setembro de 1969.
Como se vê, a cozinha da Companhia 1504 e de quase todas as outras companhias, na selva de Cabo Delgado, era um espaço que a ASAI de hoje não permitiria. Até a água se ia buscar a um tanque, feito por nós, num riacho, colocado numa ravina, transportada em bidons, sob vigilância dos colegas. Refeitório não havia. Cada um de nós escolhia um lugar sob a copa de uma mangueira, para que em caso de ataque os prejuízos não fossem maiores.
De vez em quando os artistas de Lisboa iam até nós para nos darem um pouco de alegria. Foi o que aconteceu com o Raul Solnado, que até teve um cartaz em sua honra.
E para terminar, apenas dizer: Quando se fala tanto em heróis, também nós, que desde 1961 até 1974, defendemos aquilo que todos diziam ser nosso, podíamos ser considerados heróis, pelo menos pelas boas práticas, que lá desenvolvemos. Fomos e continuamos a ser esquecidos, sobretudo em regalias médias, as quais podiam amenizar um pouco a vida de cada um, particularmente aqueles que ainda hoje sofrem com o stress de guerra. Mas os Combatentes são fortes e entre todos nós nota-se que o companheirismo, a amizade e a solidariedade são três palavras que ainda hoje nos
move, reunindo-nos uns com os outros, sob a bandeira de cada uma das unidades que representaram e lutaram, mas tendo sempre, acima da sua cabeça, a Bandeira Nacional. Ainda hoje, para a maioria, quando ouve a nossa Portuguesa em qualquer circunstância, os seus olhos lacrimejam, porque recordam-se que, quando era enterrado um camarada morto em combate, em sua memória era cantado por todos o Hino Nacional, a todo o vapor... ou por outra, com alma e coração. Aliás, ainda hoje acontece junto aos Monumentos que entretanto foram erigidos em diversos concelhos, em sua memória, particularmente em Arganil.

Se nos tempos de hoje se tem optado pelo confinamento, devido à pandemia, nós podemos dizer que estávamos também, porque os aquartelamentos eram cercados por arame farpado e só saímos quando para qualquer operação militar. Aqui, a incógnita era se regressávamos com vida. Até quando em vez, o aquartelamento ser atacado por metralhadoras e bazucadas vindas do exterior.

José Travassos Vasconcelos

terça-feira, 30 de junho de 2020

O Reitor Padre Pio Lucas visitou a nossa Associação


No passado dia 17 de Junho de 2020 (quarta-feira), o Reitor da Paróquia de Arganil, Padre Pio Lucas, deslocou-se à sede da Associação dos Combatentes do Concelho de Arganil, onde pôde apreciar profundamente o que aquela casa representa para a história arganilense, e que retrata a vida que cada combatente passou em terras africanas, na defesa das então nossas possessões portuguesas, tendo como pano de fundo um museu de grande riqueza militar, onde prima material quer do Exército e da Marinha, quer da Aviação, bem como diversos escritos alusivos a momentos diversos.
O Padre Lucas Pio não parou de tirar fotos, inclusivamente às rações de combate e ao celebérrimo Aerograma. Não deixou de utilizar também a guarita, espaço que era utilizado por um militar, à entrada do quartel, no sentido de, em termos de segurança, dar conta de quem entrava no mesmo.
No final, a visita não deixou de ser celebrada com um «rijo» branquinho, que deliciou as gargantas de cada um e se brindou pela saúde de todos, para continuarem vivos e dar vida àquele rico espaço.

Na despedida, o Padre Lucas não deixou de vincar a sua passagem pela Associação, com uma mensagem no Livro de Honra, onde se lê:
Arganil, 17/06/2020
Eu, como Reitor de Arganil, fico muito grato e muito feliz em conhecer este espaço tão bem cuidado e com tantas lembranças. Posso dizer que sou amigo desta casa.
Obrigado à direção da Associação de Combatentes do Concelho de Arganil.


quinta-feira, 25 de junho de 2020

Nos Santuários de Nossa Senhora das Preces e Nossa Senhora do Mont’Alto


Combatentes de OLIVEIRA DO HOSPITAL e ARGANIL não esqueceram o 10 de Junho, Dia de Camões e das Comunidades Portuguesas, é uma data muito querida aos Combatentes Portugueses, porque a história seja vista de uma forma ou de outra, sempre foi um dia que o Combatente foi recordado, sobretudo quando eram condecorados pelos seus feitos, quer os que fizeram parte da I Grande Guerra, quer depois os que pisaram os sertões africanos, na considerada Guerra do Ultramar. Anos mais tarde, com a implantação do Monumento ao Combatente, em Belém, onde se encontram espelhados todos os que perderam a vida em defesa das possessões ultramarinas, entre as décadas 60 e 74, passou a ser um local anual onde os Combatentes, de todo o país se reúnem, em franco convívio.
Porém, devido à pandemia que grassa pelo país e pelo mundo, este ano as comemorações foram canceladas, mas, mesmo assim, alguns grupos de Combatentes não deixaram de o fazer no seu concelho, na sua terra.
Santuário de Nossa Senhora das Preces
Assim, os Combatentes do Concelho de Oliveira do Hospital e outros que quiseram participar, desde há 27 anos que se reúnem em Lisboa. Mas como as circunstâncias obrigaram a mudar de rumo, não deixaram de o fazer, escolhendo o Santuário de Nossa Senhora das Preces para o fazer.
Depois de Abel Gouveia, o mentor destes convívios e o presidente da Junta de Freguesia de Aldeia das Dez, Carlos Castanheira, terem logo pela manhã, içado as bandeiras no monumento dedicado aos Combatentes daquela freguesia que tombaram em defesa da Pátria em terras ultramarinas, e colocado uma palma de flores, seguiu-se a concentração de todos no Santuário de Nossa Senhora das Preces; e perante uma boa refeição, onde cada um teve espaço para cumprir com as regras que estão impostas, mesmo assim o convívio não deixou de ser salutar, onde a união e a solidariedade se mantém entre todos.
Abel Gouveia, nas suas palavras sentidas, depois de desejar que todos se sentissem bem em tão aprazível local como é o Santuário de Nossa Senhora das Preces, e sentindo o calor humano de todos, desejou que «este convívio tenha o brilho e que não deve ter fim». Espera que no ano que vem todos estejam reunidos de novo em Belém, junto ao monumento «para mais um convívio fraterno e de amizade». E desejou que todos, ao regressarem, «que levem na ideia de que valeu a pena terem participado neste convívio».
De facto, no regresso, todos sentiram que embora fosse a primeira vez que tal celebrar o 10 de Junho «fora de portas», valeu a pena mais esta prova de amizade entre os Combatentes e seus familiares.
Já agora, num placard ali patente, com fotografias dos anos que os Combatentes de Oliveira do Hospital se deslocaram a Lisboa, dá conta também dos que, há 27 anos, se deslocaram a Lisboa, em 1996:
Os irmãos Lencastre de Campos - Eng. António, Dr. Francisco e Dr. Manuel - Dr. Raul Caçador, António Madeira Cruz Madeira, Abel Gouveia, Zé Manuel, José Viegas, Lopes (da Extensão de Saúde), José Manuel Silva, Manuel Cruz Álvaro, Vasco (Vendas de Galizes), António (Ponte), Paulo Jorge Torres Gouveia, José Fragoso, Gabriel Silva Álvaro e José Manuel Torres Lourenço.

Santuário de Nossa Senhora do Mont'Alto
Por seu turno, a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil também não quis deixar passar em branco este dia. Para isso, alguns elementos dos corpos sociais e não só, conviveram na esplanada do Senhor da Ladeira - Santuário de Nossa Senhora do Mont'Alto - a santa que todos levaram no seu coração quando seguiam para a guerra e que muitos, ao regressarem, não deixaram de lhe agradecer a sua proteção, perante o seu manto protetor.
É sempre um convívio agradável, onde não falta a forte amizade, com recordações que marcam e marcarão para sempre a vida de cada um, a maior parte já com uma viagem longa, onde a idade vai pesando.

«Portugal esquece os seus Soldados»
Com este título, e aproveitando o momento, vimos há tempo publicado este texto, escrito por uma senhora numa das suas habituais crónicas num dos jornais deste país e que reza assim:
«Em Portugal recordamos pouco e temos uma dificuldade enorme em falar dos nossos Soldados mortos no Ultramar, ou que ainda hoje sofrem sequelas profundas daqueles combates. Quando não recordamos, não homenageamos aqueles que deram a vida pelo seu país, roubamos sentido à dor e traímo-las. Os Combatentes em África, por força de um volteface político, não tiveram direito a ser tratados como heróis. Fomos incapazes de distinguir a justeza da guerra (e há alguma que o seja?) com a generosidade de quem cumpriu o seu dever. E um país que não é capaz de recordar é, paradoxalmente, um país sem futuro».

quinta-feira, 26 de março de 2020

Canceladas as Comemorações do Dia 10 de Junho em Lisboa

Tendo em vista a preparação das homenagens para o Dia 10 de Junho, a Comissão Executiva para a Homenagem Nacional aos Combatentes 2020, iniciou os seus trabalhos para levar a efeito, no próximo dia 10 de Junho, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém (Lisboa), o seu XXVII Encontro Nacional. Esses trabalhos tiveram lugar no passado dia 10 de Março, através de uma reunião da respectiva Comissão Executiva, em Oeiras, mais concretamente na Bataria da Laje, estando a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil representada pelo seu presidente, António José Travassos de Vasconcelos e do vogal José Guerreiro.
Porém, perante a gravidade epidémica que o país e o mundo atravessam, com o COVID-19, e tendo em conta o cancelamento por parte do Presidentes da República das cerimónias oficiais do Dia de Portugal, a Comissão Promotora dos Encontros Nacionais de Combatentes, depois de ouvida a Comissão Executiva, decidiu cancelar as referidas cerimónias, com o sentido de, em 2021, elas sejam de novo organizadas e levadas a efeito, como desde há 27 anos.

sexta-feira, 20 de março de 2020

Relacionado com COVID-19


A ASSOCIAÇÃO DE COMBATENTES DO CONCELHO DE ARGANIL, no contexto do surto do COVID-19 e na sugestão das orientações da Direcção Geral da Saúde (DGS), decidiu adiar a data da Assembleia Geral, marcada para o dia 22 de Março, assim como encerrar a abertura da Sede aos domingos.
Estas orientações aplicam-se até a Direcção achar por bem reabrir as suas instalações e em função da evolução epidemiológica.

Agradecemos a compreensão dos nossos Associados e amigos.
Com o conhecimento do Presidente da Assembleia Geral, Abel Ventura Fernandes.
O Presidente da Direcção da ACCA - António Vasconcelos.

segunda-feira, 9 de março de 2020

Estatuto do Combatente

Despacho n.º 2880/2020

 Publicação: Diário da República n.º 45/2020, Série II de 2020-03-04
  •  Emissor:Finanças e Cultura - Gabinetes do Ministro de Estado e das Finanças e da Ministra da Cultura
  •  Tipo de Diploma:Despacho
  •  Parte:C - Governo e Administração direta e indireta do Estado
  •  Número:2880/2020
  •  Páginas:27 - 27
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Os Combatentes de Arganil em convívio especial

Enquanto não chegam boas notícias sobre o que o Governo vai implementar em relação aos Combatentes, das regalias tendentes a minorar o sofrimento de alguns, e outras normas que são de inteira justiça, sobretudo a nível de consultas médicas e medicamentosa, a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil vai mantendo o convívio e alegria na sua sede, tendo como pano de fundo o não apagamento da solidariedade entre todos, obtida em locais e em momentos a que não estavam habituados nas suas origens terrenas. Além do mais, a maior parte a entrar e outros já entrados nos setenta avançados, aproveitam para que a solidão não seja total, porque ela acaba aqui, quando todos nos juntamos, para além de tal acontecer todos os domingos, da parte da tarde.

Foi o que aconteceu na passada quinta-feira, dia 20. Um amigo, ao lembrar-se de que tinha como meta o oferecimento de um leitão já assado e temperado à sua moda, dedicou essa oferta aos corpos sociais, que não se fizeram rogados em estarem presentes, pelo menos a maior parte.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Passagem de Ano foi mais uma forte aposta da Associação

Depois do grande magusto e sardinhada e da visita às campas dos nossos camaradas mortos em combate, no dia 1 de Novembro 2019, a festa da Passagem de Ano continua a marcar o que a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil sabe fazer bem e com muita aderência não só de antigos combatentes e suas famílias, mas também de amigos que não deixam de participar nestas e noutras iniciativas.
Ultrapassou e muito as presenças, que em plena euforia para a entrada para o Ano de 2020, tanto mais tendo como transmissor de música para dançar em palco o Duo Energia, não faltou a sopa da madrugada, servida já quando os galos cantavam.

E os eventos continuam, sobretudo na sede, aos domingos, onde se reúnem muitos camaradas, que na companhia de outros e amigos, fazem sempre da tarde de domingo uma forma de começarem bem a semana.