sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Combatentes realizam tibornada

Depois da realização do magusto tradicional e da visita aos cemitérios e monumentos que honram os combatentes que morreram em combate no então Ultramar Português, em recente reunião dos corpos sociais da Associação de Combatentes do Concelho de Arganil ficou assente que no próximo dia 17, sábado, ao cair da noite, vai ser realizada uma Tibornada, tendo como palco, como sempre, a sua sede e para a qual a qual a Associação não só convida os corpos sociais, como sócios, familiares e amigos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Associação de Combatentes continua activa

 

A Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, que mantém vivo o seu papel como defensor do Combatente do Ultramar Português, que hoje esse tempo é um pouco denegrido por alguns que deviam saber que na altura esses territórios eram pertença de Portugal, graças aos nossos navegadores que deram vida a esses territórios abandonados e selvagens. E numa sede que honra Arganil, instalada na antiga Casa do Cantoneiro, devidamente remodelada, é um espaço-museu que nos honra, estando ali representada os três ramos das Forças Armadas - Exército, Força Aérea e Marinha.Para além disso é um espaço de convívio, sobretudo aos fins-de-semana, onde se reúnem antigos combatentes, familiares e amigos, como aconteceu no dia 13 de Novembro, com a realização do habitual magusto, onde o convívio reuniu dezenas de convivas, não só para saborear as castanhas, bem como um saboroso caldo verde. 

E como a memória é viva, a Associação não esquece os militares do concelho de Arganil que morreram em combate no conflito ultramarino, visitando as campas ou monumentos situados nas sedes de freguesia, no Dia-de-Todos-os-Santos. Mas o momento é especial com a deposição de uma ramo de flores no monumento situado no Bairro do Sobreiral.

Seguiu-se a romagem ao monumento da Abrunheira (S. Martinho da Cortiça), aos cemitérios de Coja e Vila Cova de Alva e ao monumento de Pomares (que teve a presença do presidente da Junta de Freguesia, Amândio Dinis e familiares dos militares da freguesia que falecerem em combate), seguindo-se o Valado, para homenagear o seu ex-combatente, José Henriques Pedro, que combateu em Moçambique, que tem placa no largo daquela aldeia e onde se encontravam presentes familiares e amigos. 

Aqui, não podemos deixar de agradecer ao amigo do homenageado e amigo desta Associação, Sr. Albino Gomes, bem como à esposa e filha, o almoço que ofereceu na sua residência a todos os elementos que acompanharam o grupo dos órgãos sociais da Associação dos Combatentes do Concelho de Arganil. Mais uma vez um muito obrigado ao Sr. Albino, por mais esta recepção, a que nos habituou ao longo dos anos.




terça-feira, 18 de outubro de 2022

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Marinheiros «navegaram» até à Associação

 

Foi no passado dia 2 de Outubro que o Núcleo de Marinheiros de Arganil se reuniu em convívio, tendo como alcance a celebração dos seus 45 anos de existência, e por via disso outros marinheiros, de diversos pontos do país, se deslocaram até à sede da Associação dos Combatentes do Concelho de Arganil, espaço que o Núcleo também coabita e possui o seu importante e valioso museu.

Este convívio teve também o condão de homenagear os marinheiros falecidos, com a deposição de flores no Memorial dos Combatentes, onde o presidente do Núcleo, José Rodrigues Gomes, com o grito «Presente!», citou os nomes de Fernando Vasconcelos, Fernando Loureiro, João César, Acácio Almeida, António Vaz, Carlos Borges e José Marques.

Nas boas-vindas aos marinheiros e acompanhantes, José Gomes salientou que estando adormecidos há dois anos, por causa da pandemia, foi grato ver ali tantos companheiros de armas e amigos, já que, como referiu, «o futuro vai-se fazendo através de carolice e com muito trabalho, de braço dado com a Associação», um espaço de memória que faz com que durante o ano ali se desloque muita gente, ficando maravilhados com aquilo que ali encontram. 

Abel Ventura Fernandes, como presidente da assembleia-geral da Associação dos Combatentes do Concelho de Arganil, salientou que o Núcleo de Marinheiros dá força à Associação, fazendo notar o trabalho que o Zé Gomes vem desenvolvendo como tesoureiro da mesma e elemento preponderante do Núcleo e fez votos para que todos os que «aqui se desloquem levem Arganil no coração», já que «estávamos saudosos por estes momentos».

O presidente da Associação, António José Travassos de Vasconcelos, fez votos para que este espírito de convívio continue como até aqui, por cujos «momentos já estávamos saudosos e que voltem sempre, com este espírito de amizade e até sempre».

Seguiu-se a visita ao Memorial, onde foram citados os nomes dos marinheiros falecidos, com a deposição de flores, por parte dos comandantes Jaime Lopes e Rodrigues Pereira, não deixando de prestar algumas palavras no momento, o vereador da Câmara Municipal de Arganil, Filipe Frias, que acompanhado pela também vereadora Elisabete Simões, deixou vincada a importância da Associação e do Núcleo, que «são orgulho de Arganil» e para todos os presentes deixou o convite para que «venham sempre».

No final da cerimónia, todos se dirigiram ao Santuário do Mont’Alto, em cujo restaurante foi servido o almoço, o qual permitiu cimentar ainda mais a amizade entre todos. 

Recorde-se que fazem parte da Núcleo, para além de José Gomes, José Guerreiro, Rui Mota, João Pimenta e José Luís Soares.



segunda-feira, 10 de outubro de 2022

Celebrado o 1.º aniversário do Núcleo de Tábua da Liga dos Combatentes

 

No passado dia 25 de Setembro, foi celebrado o 1.º aniversário do Núcleo de Tábua da Liga dos Combatentes, que teve início junto ao Monumento, com alocuções quer do presidente do Núcleo, 1.º sargento Armando Pereira Costa, bem como do presidente da Câmara, Ricardo Cruz e do presidente da direção central da Liga dos Combatentes, tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, os quais enalteceram o papel que tiveram os combatentes, na defesa do que era nosso, neste caso as possessões ultramarinas, e que hoje ali alguns deles foram homenageados, como prova da gratidão, tanto mais que atualmente a maior parte dos portugueses desconhecem os sacrifícios que muitos de nós passámos, desde passar fome e sede, desde ajudar os feridos e sepultar os mortos.

Depois de ter sido guardado um minuto de silêncio em memória dos que tinham tombado em combate, e que os seus nomes estavam inscritos na placa do Monumento, foram agraciados com a Medalha Comemorativa das Campanhas das Forças Armadas Portuguesas, os que ainda estão entre nós:

Octávio Correia Pinto (Angola – 1963-1965); João Simões Alves (Guiné – 1964-1966); Alfredo da Costa Trindade (Angola – 1967-1969); Amadeu Alves (Guiné – 1969-1971); e Carlos Joaquim Fonseca (Angola – 1973-1975).

Depois desta cerimónia decorreu o almoço de convívio na Pavilhão Desportivo de Candosa, onde a tarde foi de festa e de confraternização.

Em reunião da direção central da Liga dos Combatentes, realizada no dia 23 de Setembro de 2021, homologou, conforme proposta de um grupo de antigos Combatentes do Concelho, a criação do Núcleo de Tábua da Liga dos Combatentes, sendo a actual direcção composta pelos seguintes sócios:

Presidente, 1.º sargento, Armando Pereira Costa; vice-presidente, José Silva Cardoso; secretário, Joel Carlos Silva Marques; tesoureiro, Sebastião Borges Ferrão; 1.º vogal, Alfredo da Costa Trindade; 2.º vogal, António Manuel Correia Pereira; e vogal suplente, João Manuel Oliveira Rodrigues.

«Memórias de Combate» é o título de uma exposição que esteve em exposição na Biblioteca Municipal João Brandão, em homenagem aos militares da Força Aérea na Guerra do Ultramar, que decorreu entre 1 e 30 de Setembro, e que teve como alcance a celebração do 1.º aniversário do Núcleo de Tábua da Liga dos Combatentes.



terça-feira, 7 de junho de 2022

quinta-feira, 12 de maio de 2022

DIA 10 de JUNHO - Presença a nível nacional na homenagem ao Combatente

 


Já vai para além de dois anos que a pandemia não aconselhava eventos, com concentrações numerosas, e daí não se terem realizado as cerimónias que ocorrem no Dia de Portugal, celebrando a Pátria e honrando os seus Combatentes.

Este ano, perante as perspetivas de melhoria na propagação da pandemia,  é de novo admitida a possibilidade de levar a efeito essa manifestação.

Assim, em 10 de Junho, junto ao Monumento aos Combatentes, em Belém / Lisboa, decorrerão, como é hábito, várias cerimónias, após a celebração, às 10.30 horas, da missa de sufrágio na Igreja de Santa Maria, no Mosteiro dos Jerónimos.

Embora estabelecida toda a programação na reunião que se efetuou em 22 de Março último, onde estiveram representadas dezenas de Associações a nível nacional, não resistindo a abrir um parêntesis a de Arganil, havendo agora que obter as necessárias autorizações das entidades religiosa, pública e militar.

Aproveitando esta oportunidade de contacto jornalístico, torna-se oportuno referir que a doença do presidente da direção da Associação de Tábua, António da Conceição Carvalho Nunes, tem permitido que a sua atividade tenha estado um tanto paralisada, até porque tratando-se do seu principal fundador e um impulsionador, esteve-se sempre na expetativa das suas melhoras, o que infelizmente continua não vislumbrável.

Isto, porém, será assunto a vir de novo a lume, já em termos mais concretizados.

F. CARVALHO ANDRADE

Programa das comemorações

10.30 Horas – Missa por intenção de Portugal e de sufrágio pelos seus mortos, nos Jerónimos, presidida por Sua Excelência Reverendíssima o Bispo das Forças Armadas e das Forças de Segurança;

12.15 Horas – Abertura da cerimónia junto ao monumento aos Combatentes e palavras de abertura do Presidente da Comissão Executiva;

12.19 Horas – Presidente lê mensagem de Sua Ex.ª o Senhor Presidente da República;

12.23 Horas – Discurso alusivo feito pelo orador, Professor Doutor Humberto Nuno de Oliveira;

12.31 Horas – Cerimónia inter-religiosa católica e muçulmana;

12.39 Horas – Homenagem aos mortos e deposição de flores;

13.02 – Hino Nacional pela Banda da G.N.R. (salva por navio da Armada);

13.05 – Passagem de aeronave da Força Aérea;

13.09 – Passagem final pelas lápides;

13.30 Horas - Salto de Paraquedistas do Exército;

13.35 Horas – Almoço-convívio nos terrenos frente ao Monumento.


segunda-feira, 9 de maio de 2022

Como sentimos a perda do José André

 

A morte do José André, na sexta-feira, dia 29 de Abril de 2022, deixou-nos sem forças nas pernas para andar, tal a amizade que nos unia.

Um pouco de história recente: tentei falar com ele, vídeo conferência, mas quem atendeu foi a esposa, informando-me que o Zé estava internado no hospital e não estava muito bem, dizendo-me para falar para o número de telefone que eu sabia, que ele atende. Foi o que fiz e atendeu-me: voz rouca, agastada. Fiquei preocupado.

Comuniquei-lhe que iríamos ter uma reunião dos órgãos sociais da Associação, quinta-feira e queria a sua presença (brincando). Ele respondeu-me: «As minhas reuniões acabaram e já que vais ter a reunião da malta (como nos identificava), quero que dês um abraço a todos eles». Despedi-me dele para sempre nesse dia sem saber.

Quem diria, José, que eram os últimos momentos e as palavras que dirigistes a todos nós, e que eu transmiti a todos nessa reunião e mal sabíamos que dois dias depois morrias. Parece que adivinhaste…

Não serás esquecido, porque foste sempre aquela pessoa grata, humilde e amiga de ajudar, e pessoas como tu não podem, não devem ser esquecidas nunca.

Lembrando algumas proezas das nossas constantes “operações” em tua casa, no Sarzedo, e quando não podia estar presente, dizias: “Não estás presente, levas uma “porrada”. Era assim o nosso grande amigo Zé André, que tinha sempre algo para nos oferecer e logo a seguir a cartada da ordem…

Não posso esquecer quando solicitava a sua presença para nos acompanhar nos aniversários das Associações de Combatentes, a nível do país, transportando o nosso Guião. Nunca recusava e aonde granjeávamos grandes amizades, inclusivamente entre paraquedistas, arma a que pertencia.


Quem poderá esquecer vivências destas?
Estarás sempre connosco. A tua vivência deixou marcas, pela positiva e jamais te esqueceremos.
Paz à tua alma e… até um dia.
O teu grande amigo.
 
A. VASCONCELOS.

terça-feira, 3 de maio de 2022

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

O Combatente será sempre o Combatente!...

O que abaixo fica escrito reflecte o que foi a vida de um militar, iniciada por mim em Outubro de 1966, na Guarda, mas sobretudo dos que combateram na Guerra do Ultramar, quer fosse na busca de água para beber e cozinhar, mas nenhuma para tomar banho, como a foto ilustra em Muidumbe (Cabo Delgado - Mueda - Moçambique), isto em 1967, onde estive desde Setembro e Dezembro, passando depois para Montepuez, Tete (1968) e finalmente a Beira (1969), ano em que regressei à Metrópole.

Mas na actualidade, poucos acreditarão no que diz este pequeno texto, mas que é grande em termos solidários, de amizade, de camaradagem, de luta, de sofrimento, jamais virando a cara ao perigo, quando estava em jogo a defesa daquilo que na altura era nosso.

Ora leiam então:

«Como Militar aprendi o que é a fome. Aprendi o que é o frio. Aprendi o que é a dor. Que um banho quente é um luxo! Descobri o que quanto valem 5 minutos de sono e que para dormir não preciso de um tecto nem de um travesseiro. Entendi que nada cai do Céu, a não ser a chuva... que todas as coisas têm um preço, o seu devido valor. Vi que os homens também choram. Aprendi, pratiquei e senti o que é a camaradagem, o que é a honra e o dever! E tu, sabes o significado de tudo isto?».

Hoje, passados 54 anos, ao ouvir o Hino Nacional tenho de chorar, porque quando nos deslocávamos para outra zona, como aconteceu em Mueda, não deixámos de ir ao cemitério e despedirmo-nos dos companheiros que tinham caído em combate, entoando o Hino Nacional, com todo o fulgor e... honra.

Fomos assim e continuaremos a ser, mesmo que haja certos versados a dizer o contrário.

E na carta que a Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, está a enviar a todos os Combatentes, com as insígnias de Combatente, na parte final diz que «Termino asseverando que é um privilégio e uma honra agradecer e reconhecer, em nome de Portugal e dos Portugueses, os serviços por si prestados enquanto Combatente das Forças Armadas. Obrigada!».

Finalmente houve Consideração e Justiça, por quem tanto deu à Pátria, durante os dois anos ou mais que cada Combatente viveu.

JOSÉ VASCONCELOS

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

BRUTAL MAS FACTUAL, UM HINO DE LOUVOR AOS SOLDADOS RASOS PORTUGUESES

 

BRUTAL MAS FACTUAL, UM HINO DE LOUVOR AOS SOLDADOS RASOS PORTUGUESES, que não aos capitães, pelo General dos EUA, William C. Westmoreland, que em discurso ao Congresso dos EUA disse :

"Querem vencer o Vietname, senhores? Dêem-me 8.000 soldados desta gente, e ainda este ano o comunismo cai nas terras da Indochina.”

“Eu vi corpos de tropas mais numerosos, batalhas mais disputadas, mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais

valentes, nem soldados mais brilhantes que os do exército português, em cujas fileiras vi desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada dum Império condenado.

Quantas vezes fui tentado a patentear ao mundo os feitos assombrosos que vi realizar por essa viril e destemida gente portuguesa, que sustenta, há mais de dez anos em três frentes de guerra, contra uma poderosa força oculta, a mais encarniçada e gloriosa luta.

Aqueles homens que desconheciam os efeitos de uma bomba H ou o simples apoio dos helicópteros, provêm de terras desde as montanhas às planícies, cada um com seu conto pessoal e motivação para ali, a 10000 km de casa, irem defender os ideais de uma nação há muito esquecida numa Europa dividida.

Tentado fiquei, pois, a dizer que nessa mesma Europa existiam três verdadeiros poderes, cada qual com a sua sombra no Mundo: - A Europa Americana, a Europa Russa, e Portugal.

E é essa raia de gente a quem se pede tanto por tão pouco que, com meios tão escassos e de modos bem simples, carregando na alma a sombra do Império Português, não precisavam do sabor da Coca-Cola, da experiência da droga ou de cultura hippie para combater.

Simplesmente faziam-no, e não abandonavam as armas por uma causa errada, mas defendiam-na não só pela gente lá de casa, mas pela casa lá da gente.

De Portugal, o canteiro mais velho da Europa, vi frutos verdes ou maduros a lutarem lado a lado com igual coragem, como se o combate fosse o ganha-pão dessa gente.

Querem vencer o Vietname, senhores? Dêem-me 8000 desta gente, e ainda este ano o comunismo cai nas terras da Indochina.”

General William C. Westmoreland, em relatório ao Congresso dos EUA após a visita ao Quartel-General Portug

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Importante reunião na sede da Associação de Combatentes do Concelho de Arganil

 


Foi no dia 13 de Novembro de 2021 que na sede da Associação de Combatentes do Concelho de Arganil se reuniu, em assembleia geral, a Federação Portuguesa das Associações de Combatentes.

Estiveram presentes na referida assembleia as seguintes Associações: Arganil, Braga, Castelo de Paiva, Pampilhosa da Serra (esta sem vínculo estatutário), Penacova, Tábua, Tondela e Vila do Conde. A Associação de Mangualde não esteve presente por motivos de força maior, como também Lousã e Associação de Sines.

A composição da Mesa da Assembleia-Geral foi constituída pelo seu presidente, Prof. Dr. Augusto de Jesus Freitas, da A.P.V.G. de Braga e por José da Conceição Afonso, da A.N.C.U. de Tondela, que a secretariou, estando também a secretariar a mesa o presidente da Direcção Dr. António Ferraz.

Além de serem debatidos vários assuntos importantes para os Combatentes do Ultramar, foram nesta assembleia-geral constituídos os novos órgãos sociais da F.E.P.A.C., ficando cada um dos órgãos constituídos por elementos das Associações abaixo designadas:

DIRECÇÃO, Associação de Combatentes do Ultramar Português (ACUP), de Castelo de Paiva; ASSEMBLEIA-GERAL, Associação Social e Cultural Vilacondense Ex-Combatentes do Ultramar, de Vila do Conde; e CONSELHO FISCAL, Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar (ANCU), de Tondela.

terça-feira, 31 de agosto de 2021

Mais uma vez a nossa Associação de Combatentes esteve com Nossa senhora do Mont’Alto

 


O Dia 15 de Agosto de 2021 fica marcado grandemente pelo facto de Nossa Senhora do Mont’Alto não ter aquele convívio que desde sempre teve, aparte a Fé que, apesar da pandemia, ainda reuniu muitos forasteiros na Esplanada do Menino da Ladeira, onde foi celebrada a missa pelo bispo D. Virgílio Antunes, coadjuvado pelo reitor Lucas Pio e pelo diácono Alfredo Fernandes.

A imagem de Nossa Senhora, desde a sua saída da sua residência do santuário, ao seu regresso, teve sempre a guarda de honra dos nossos Combatentes, que nos tempos da guerra ultramarina, passando por maus momentos, trouxeram e trazem ainda no coração Nossa Senhora do Mont’Alto, e que ainda hoje a veem como a sua santa milagreira.

Depois da missa, praticamente todos os espaços do Santuário que habitualmente são escolhidos para se saborearem bons almoços e merendas, quer no Carvalhal, quer na ladeira junto à capela de Nossa Senhora de Fátima, não se viu viva alma.

Olhando do alto do fontanário monumental, a tarde, que era um reboliço, com carros estacionados e pessoas num vai vem espetacular, nada se viu. A vida festiva do Dia 15 de Agosto de 2021 ficará marcada não pela festa dos arganilenses, mas sim pela festa da pandemia, a qual motiva toda esta desgraça que se vai vivendo, não se sabendo até quando.


E mais uma vez os nossos soldados, os nossos Combatentes, estiveram de serviço, orgulhando-se por terem cumprido mais uma missão de paz e de religiosidade, num espaço que lhes é tão querido, tendo como lema a Fé e Convívio.

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Exposição documental da passagem das Invasões Francesas pelo concelho de Arganil

 

Exposição documental da passagem das Invasões Francesas pelo concelho de Arganil

No ano em que se assinalam 210 anos sobre o término da Terceira Invasão Francesa, a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra assinala a efeméride através de um roteiro temático alusivo a estas invasões no território, elaborado sobre a chancela da revista National Geographic e que vem reforçar o turismo militar na região. Constituindo-se um importante marco para a consolidação do desenvolvimento deste recurso turístico, está a ser trabalhado no sentido de o tornar diferenciador, sustentado ainda por ações complementares a esta, como a sinalização dos principais pontos de interesse. Em Arganil, esta sinalização está implantada em Sarzedo, enquanto marco do local no qual as tropas inimigas estiveram acantonadas entre 17 e 19 de março de 1811.

Mais pormenores e testemunhos da História das Invasões Francesas no Concelho de Arganil podem ser conhecidos na exposição patente na Biblioteca Municipal Miguel Torga, entre o dia 19 e 31 de julho, que posteriormente fará itinerância por vários pontos do concelho em datas e locais a anunciar brevemente.

Saiba mais sobre a passagem das Invasões Francesas no concelho de Arganil, aqui: 

https://www.cm-arganil.pt/noticias/turismo/arganil-e-as-invasoes-francesas-em-roteiro-turistico-historico/

sexta-feira, 25 de junho de 2021

A nossa Associação presente na Assembleia-Geral da Federação Portuguesa das Associações de Combatentes


Realizou-se no passado dia 5 de Junho de 2021, a assembleia-geral da Federação Portuguesa das Associações dos Combatentes, doravante designada por F.E.P.A.C., que se realizou em Tondela, na sede da Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar (ANCU).

Antes do início da reunião, o presidente da assembleia, Dr. Freitas, de Braga, pediu a todos os presentes um minuto de silêncio em memória dos recentes falecimentos do presidente da Associação de Penacova, António Miranda, e do secretário Martins, da direção da Associação de Mangualde.

Cumprido o minuto de silêncio, deu-se então início à Ordem de Trabalhos pelo presidente da assembleia, aonde foram discutidos vários assuntos importantes pelo também presidente da direção, Dr. Ferraz, para além de outros elementos das Associações presentes que representam a Federação.

Estiveram presentes as Associações de Combatentes nesta assembleia-geral, que fazem parte desta Federação: 


Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra (Braga), Associação Nacional de Combatentes do Ultramar (Tondela), Associação de Combatentes Os Beirões (Mangualde), Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, A.C.U.P. (Castelo de Paiva), Associação de Combatentes do Concelho de Tábua, Associação de Combatentes do Concelho de Pampilhosa da Serra.

Não puderam estar presentes, por motivos óbvios, outras Associações que fazem parte da Federação, que foram as seguintes: APOIAR (Lisboa); Associação Social e Cultural Vilacondense (Vila do Conde), Associação Portuguesa dos Combatentes Militares (Sines), Associação de Combatentes do Concelho de Penacova e Associação de Combatentes do Concelho da Lousã.

Também não puderam estar presente na reunião, sem vínculo estatutário, a Associação de Comandos de Lisboa e Movimento Cívico dos Antigos Combatentes de Vila Nova de Gaia.

Ficou agendado, antes do encerramento da reunião, nova assembleia- geral em Braga no mês de Agosto. 


quarta-feira, 16 de junho de 2021

Combatentes oliveirenses não esqueceram o 10 de Junho no Santuário de Nossa Senhora das Preces

 

Na impossibilidade de se deslocarem às cerimónias do 10 de Junho, em Belém (Lisboa), devido às restrições por causa do Covid-19, os antigos Combatentes do Concelho de Oliveira do Hospital, que habitualmente estão presentes nas cerimónias, mandaram celebrar uma missa na capela do Santuário de Nossa Senhora das Preces por todos os militares que estiveram nas ex-Províncias Ultramarinas. 

Após a missa, que foi presidida pelo ex-capelão e actual padre na Unidade Pastoral de Tábua, Manuel Silva Paiva, as cerimónias prosseguiram com um almoço/convívio, onde foram respeitadas todas as normas de distanciamentos a que a lei obriga. 

Nas cerimónias também estiveram presentes dois elementos da Associação de Combatentes do Concelho de Arganil.

Carlos Dinis, Sócio da Associação. 


sexta-feira, 9 de abril de 2021

Dia do Combatente

 

Neste dia, o Estado-Maior-General das Forças Armadas relembra e homenageia os antigos combatentes, que muito nos orgulham por todo o trabalho que fizeram ao serviço da Pátria. A sua abnegação, coragem, espirito de sacrifício e patriotismo são uma referência para todos os militares.

As Forças Armadas têm hoje 557 militares empenhados em 16 missões internacionais, em quatro continentes e vários espaços marítimos, contribuindo ativamente para a segurança e a paz no mundo.

terça-feira, 30 de março de 2021

POR AÍ…

 

QUEM AINDA SE LEMBRA DAS MADRINHAS DE GUERRA?

- “Se me lembro das madrinhas de guerra? Oh, se lembro, e de que maneira! Acabei por casar, e em boa hora, com a minha madrinha de guerra!”. Assim falava um ex-militar da guerra de Angola dos anos 1960, quando lhe perguntaram se ainda se lembrava das madrinhas de guerra, à mesa do café (quando ainda se podia beber uma bica e dar dois dedos de conversa que tanta falta faz, principalmente aos idosos. Depois veio o Covid, os confinamentos, o afastamento, ruas e cafés vazios, e quando se vai sozinho pela rua e se vê alguém, parece que, desconfiados, fugimos uns dos outros…).

O fenómeno das madrinhas de guerra, senhoras e jovens raparigas que se correspondiam com os militares expedicionários das guerras do Ultramar e os reconfortavam com meia dúzia de linhas escritas, através de aerogramas ou cartas, das vicissitudes dos combates e recontros com o inimigo tantas vezes escondido em emboscadas, nos perigosos capins e picadas africanas, recomeçou no Verão de 1961. 

Já antes, durante a Grande Guerra de 1914-1918, os militares do C.E.P. (Corpo Expedicionário Português), em terras da Flandres, eram apoiados moral e materialmente por “criança, senhorinha ou senhora que assistia moralmente ou protegia um soldado em operações”, às vezes sem conhecê-lo pessoalmente, “escrevendo-lhe enviando-lhe livros, tabaco, doces, víveres ou presentes”. Uma madrinha de guerra era, dizia-se, “a protectora de um militar em campanha”.

Mas, voltando aos anos 1961-1974, anos das guerras que Portugal enfrentou em Angola, Moçambique e Guiné, a comunicação entre as madrinhas de guerra, na Metrópole, e os soldados, em África, era maioritariamente feita através dos “aerogramas”, termo que havia sido oficialmente aprovado na União Postal Universal, de 1952. Em Portugal, nesses anos de guerra, o aerograma era da responsabilidade do S.P.M. (Serviço Postal Militar), “serviço de importância capital… para a manutenção e elevação do moral das tropas” e custava para os civis $30 centavos (três tostões), sendo gratuito para os militares. E tinha duas cores – para os civis, azul, para os militares, amarelo. Assim era mais fácil violar a correspondência em caso de desconfiança… dizia-se na altura.

O aerograma era um desdobrável, leve, que não necessitava de envelope nem de selo. Tinha o apoio do Movimento Nacional Feminino (M.N.F.) e da TAP (Transportes Aéreos Portugueses). Para além da acção do M.N.F., teve também especial importância a secção feminina da Cruz Vermelha Portuguesa.

Voltando às madrinhas de guerra, havia revistas que apelavam às senhoras e raparigas “ofereçam-se para madrinhas de guerra. Mandem o vosso nome e morada para o M.N.F.”. Segundo o relato de muitos militares desse tempo, havia muitos deles que tinham mais de uma madrinha de guerra, que depois, com o evoluir da correspondência, uma seria a escolhida. “Já namoras? Se não, sou eu que te estou a pedir namoro, agora. Aceitas?”. Seria o começo de uma nova relação, que, ao chegar da comissão ao cais da Rocha Conde d’ Óbidos ou Alcântara, por entre beijos e abraços, o pedido de namoro transformava-se agora em noivado. O casamento viria logo a seguir. Tempos! 

"Eduardo Gonçalves"

terça-feira, 23 de março de 2021

2021 - HORA DE VERÃO

 

2021 - HORA DE VERÃO

Portugal Continental 

e Região Autónoma da Madeira

• horário de verão: 28 de março de 2021 à 01h00 mudamos o relógio para às 02h00 

Região Autónoma dos Açores

• horário de verão: 28 de março de 2021 à 00h00 mudamos o relógio para às 01h00

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Tenente-Coronel Marcelino da Mata uma figura que esta Associação jamais esquecerá

 Foi no passado dia 11 de Fevereiro de 2021 que faleceu, aos 80 anos, no Hospital Amadora-Sintra, o Sr. Tenente-Coronel Marcelino da Mata, uma figura que todos os Combatentes que passaram pela província da Guiné, e não só, conheciam, uns pessoalmente outros porque ouviam falar dele como pessoa extraordinária, um Militar e um Combatente que sempre foi ao longo da sua vida e que honrou o nosso Hino e a nossa Bandeira Nacional.

Vem isto a propósito da visita que nos fez, a convite da nossa Associação de Combatentes, no dia 24 de Outubro d 2015, aquando do primeiro encontro de Combatentes da Guiné, estando também presentes outros elementos das províncias de Angola e Moçambique.



Teve uma recepção amistosa e de respeito na nossa sede e depois do almoço, servido pelo Restaurante “Phallato”, no salão do Mont’Alto, foram-lhe entregues algumas lembranças, a que o nosso Tenente-Coronel Marcelino da Mata agradeceu com educação e humildade, como aliás era seu apanágio.

Para recordar esses momentos, nada melhor do que as fotos que vão inseridas nestas linhas de homenagem a um Grande Homem, as quais testemunham o que foi este acontecimento importante e histórico para a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil e para os que estiveram presentes, com grande orgulho, sobretudo a parte feminina.

Grande Homem, Grande Combatente!

Que descanse em paz, Sr. Tenente-Coronel Marcelino da Mata.



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Morreu Marcelino da Mata, o militar mais condecorado do Exército

 Nascido na Guiné-Bissau, aonde, após o 25 de Abril, foi proibido de regressar, o militar que se destacou na Guerra Colonial foi vítima de covid-19.

Morreu nesta quinta-feira, aos 80 anos, o tenente-coronel Marcelino da Mata, um dos militares da Guerra Colonial mais condecorados. Segundo fonte oficial do Exército, o militar morreu no Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), vítima de covid-19.

Marcelino da Mata, natural da Guiné-Bissau, foi um dos fundadores dos comandos, tropa de elite na qual serviu desde o início da Guerra Colonial, em 1961, e na qual foi progredindo de soldado até oficial, tendo sido promovido em 2018 a major, estando graduado em tenente-coronel.

No Verão de 2018, quando se discutiu a última promoção a major, o presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, insurgiu-se contra tal possibilidade, afirmando, em artigo no PÚBLICO, que Marcelino da Mata, cometera “crimes de guerra” na Guiné, com “especial relevo” no ataque a Conacri (Operação Mar Verde).

O coronel Matos Gomes, que cumpriu parte do seu serviço militar com Marcelino da Mata na Guiné, entre 1972 e 1974, recorda o seu camarada de armas como um homem “de grande coragem, um combatente muito competente, agressivo e inteligente”. Capitão de Abril, Matos Gomes lembra que o militar agora falecido tinha a seu cargo o comando de um grupo de operações especiais “diversificadas e irregulares no interior da Guiné e nos países limítrofes”. 

A mais conhecida foi a denominada Operação Mar Verde, comandada por Alpoim Calvão, que passou pela invasão da Guiné Conacri. Matos Gomes diz que essa missão tinha três objectivos principais: “Derrubar o presidente da Guiné Conacri, Sékou Touré, com a ajuda de forças locais; prender e eliminar Amílcar Cabral [líder do PAIGC e exilado naquele país]; e libertar cerca 40 militares portugueses presos.” 

“Marcelino da Mata só conseguiu o terceiro objectivo, libertar os prisioneiros, mas a operação foi um grande sucesso”, lembra o capitão de Abril. Esta e outras das cerca de 2000 missões de combate que cumpriu valeram-lhe várias condecorações, como a de cavaleiro da Antiga e Muito Nobre Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.

Após o 25 de Abril de 1974 e do fim da Guerra Colonial, foi proibido de voltar à sua terra natal, entretanto independente. “Não poder voltar foi sempre um dos grandes desgostos da sua vida”, lembra Matos Gomes.

Durante o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), “chegou a ser sequestrado e torturado por elementos do MRPP, tendo que se retirar da vida publica durante uns tempos”, afirma o capitão de Abril. Na Primavera de 1975, Marcelino da Mata foi detido e torturado por militares e civis ligados ao MRPP no quartel do Regimento de Artilharia de Lisboa (Ralis). Esteve exilado, em Espanha, até ao 25 de Novembro de 1975.

“Marcelino da Mata soube sempre de que lado estava e porque estava: sempre se considerou português e eu também o considerei sempre assim”, acrescenta Matos Gomes.

Este militar lembra ainda duas curiosidades sobre Marcelino da Mata: “Odiava andar de avião e entrou para os comandos, porque o seu irmão não podia ir, e foi ele.” Marcelino da Mata reformou-se em 1980 e foi responsável pela segurança da Universidade Moderna, encerrada em 2008.

(Jornal Público - Luciano Alvarez - 11 de Fevereiro de 2021)



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Mais um camarada que parte

O nosso amigo e camarada Fernando Martins, Furriel Miliciano Ranger da C.Cac.4742 partiu. 

Várias operações ao coração deixaram-no muito debilitado, a maldita Covid fez o resto. Deixou-nos um grande amigo.

Membro da Associação dos Combatentes de Mangualde

Que a sua alma descanse em paz.

À família e amigos os nossos sentidos pêsames.



quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Cartão do Combatente emitido até Fevereiro



É uma boa notícia para todos os Combatentes, porque na segunda-feira, dia 11 de Janeiro de 2021, a Comissão de Antigos Combatentes, composta por antigos membros do Exército, Força Aérea e Marinha, reuniu com a Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento, para discutir as reivindicações dos militares acerca da implementação do Estatuto do Antigo Combatente.

Recorde-se que o estatuto foi aprovado em agosto de 2020 e prevê vários benefícios a antigos combatentes e viúvas, entre eles a gratuitidade dos transportes públicos e de medicamentos.

No entanto, as regalias só são concedidas a quem for portador do cartão do Antigo Combatente, que ainda não está a ser emitido.

Segundo António Araújo da Silva, dirigente da comissão, a reunião “foi uma conquista”, uma vez que “todas as regalias pretendidas foram concedidas”.


E AINDA OS “SEM-ABRIGO”

Foi garantido aos ex-militares que todos os antigos combatentes e viúvas irão receber o cartão até ao fim de fevereiro. A secretária de Estado também se prontificou “a atuar junto dos sem-abrigo”, uma situação que é comum entre antigos combatentes, disse António Araújo da Silva ao JN.

Na primeira reunião da Unidade Técnica para os Antigos Combatentes (UTAC), deu-se início aos “procedimentos contratuais com vista à produção física do Cartão de Antigo Combatente e do Cartão de Viúva/Viúvo de Antigo Combatente”, segundo um comunicado do Ministério da Defesa Nacional.

É função da UTAC “emitir recomendações e propor novas medidas de apoio económico-social e referentes à saúde dos antigos combatentes”, em articulação com outras medidas.