domingo, 6 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Romagem de saudade desde Arganil ao Valado, com grito «Presente!...»
No Dia de Todos-os-Santos, dia de reflexão, dia de visitar e levar um gesto de saudade aos nossos mortos e deixar, porque não, uma lágrima de quem, nesta vida, mal ou bem, soube vivê-la à sua maneira, e que os que cá ficaram a interpretam da forma como a viveu e da forma que hoje a sua permanência entre nós ainda podia ser útil e generosa. Neste âmbito, também não são esquecidos os combatentes que tombaram nas matas africanas, em plena juventude, sobretudo os do nosso concelho.
E sobre os militares que não chegaram com vida à sua Pátria, à sua terra, porque bala traiçoeira ou acidente o apanhou e lhe roubou a vida, esses também não são esquecidos, porque a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, numa romagem de saudade, tem sabido honrar esses jovens, com a deposição de flores quer nos sinais monumentais onde essa marca está implantada, quer nos cemitérios onde jazem aqueles que não morrendo na guerra, acabaram os seus dias entre nós. Se estes foram lembrados nos cemitérios de Côja – João Alberto César, Augusto Casimiro Calinas e José Marques – de Vila Cova do Alva – António Paiva – em Arganil foram citados os nomes dos que pertencem ao concelho; em S. Martinho da Cortiça (Abrunheira), o único natural daquele freguesia que morreu em combate – António Artur Conceição Pereira – em Pomares, os quatro que não voltaram com vida e no Valado, o último que não se sabia onde se encontrava sepultado, vindo agora a saber-se que o 1.º cabo telegrafista José Henriques Pedro, morto entre Mocimboa da Praia e Diaca, faleceu em 24 de Maio de 1967 e está sepultado no cemitério de Mocimboa da Praia.
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
sábado, 24 de setembro de 2016
A CPM 1446 (S. Tomé e Príncipe) visitaram a nossa sede
Realizou-se no sábado, dia 10 de Setembro de 2016, mais um Encontro de Combatentes do ex-Ultramar Português, os quais foram recebidos junto ao Monumento dos Combatentes do Concelho de Arganil, a pedido de um dos organizadores do convívio, Coronel Ruben Domingues, nosso conterrâneo da Portela da Cerdeira e que foi comandante da CPM 1446 (PPM 952 e PPM 1803), que esteve em missão de soberania em S. Tomé e Príncipe, além de ter comandado unidades noutras ex-províncias ultramarinas.
A concentração aconteceu precisamente na sua terra, aonde foi celebrada missa na capela de Nossa Senhora da Boa Viagem, tendo de seguida rumado a Arganil, até junto ao Memorial, que com elementos da Associação que esperavam a comitiva, colocaram uma coroa de flores com a seguinte inscrição: «A CPM 1446 e os PEL. 952 e 1083 prestam homenagem aos bravos militares do Concelho de Arganil tombados em combate nas ex-colónias portuguesas».
Ainda no Memorial, proferiram palavras de circunstância os Presidentes da Assembleia Geral, Abel Fernandes e da Direcção, António Vasconcelos.
Após as fotos de família, dirigimo-nos à nossa sede, para uma visita breve, já que o tempo não dava para mais, embora o Museu agradasse a todos.
Porém, antes de se subir ao Mont’Alto, o Coronel Ruben escreveu no nosso Livro de Honra as seguintes palavras e que todos os presentes assinaram: «É com muita alegria que visitei a vossa Associação, pois nota-se a preocupação de não esquecer os homens que defenderam a Pátria em terras africanas. Um abraço amigo».
Obrigado, Sr. Coronel, pelas suas palavras, as quais serão mais umas tantas a orgulharem-nos pela sede que possuímos e pelo trabalho que temos desenvolvido.
Ao almoço, que decorreu no Salão do Mont’Alto, nele estiveram representadas, bem como nos restantes actos, além da Associação de Combatentes de Arganil, a Associação de Lanceiros, com sede em Lisboa, representada pelo seu vice-presidente, Ângelo Freire; e a Câmara Municipal de Arganil, pela vereadora da Cultura, Dr.ª Paula Dinis.
A Comissão Organizadora deste Encontro de Combatentes, para além do Coronel Ruben Domingues, era constituída por Luís Filipe Alfacinha de Brito, de Évora e também por José Gago O. Patrício, de Setúbal, aos quais esta Associação agradece o convite por estarmos presentes neste Encontro de Combatentes em Arganil.
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Os «Filhos da Escola» vieram até nós
O Núcleo de Marinheiros de Arganil reuniu os «Filhos da Escola», num convívio onde se aglomeraram grande número de marinheiros vindo em diversas «corvetas» e «navios» que aportaram no Prazo, mais concretamente à sua sede, na Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, sendo recebidos de forma galante, onde a par de uns momentos de descanso, devido à viagem, e de trocados abraços e cumprimentos, foram mimoseados com um bom e saboroso matabicho, que lhes deram forças, depois, para subirem ao Sobreiral, para prestarem homenagem aos marinheiros já falecidos, como Fernando Vasconcelos («O Marinheiro»), Fernando Loureiro, de Arganil e João César, de Côja, além dos que ali têm o nome gravado naquele Memorial, que morreram em combate, naturais do concelho.
Com a presença da vereadora camarária Prof.ª Graça Lopes e do presidente da Junta de Freguesia, João Travassos, também ele marinheiro, todos «navegaram» até ao Mont’Alto, onde lhes foi servido um abundante almoço, no salão de eventos ali instalado, pelas palavras que foram proferidas, de um lado e de outro, acabou por ser compreendido, de forma vincada, que mais uma vez os arganilense sabem receber, tendo à cabeça o Núcleo de Marinheiros e a Associação de Combatentes, que hoje são já uma referência, não só a nível militar, mas também a nível civil.
JOSÉ VASCONCELOS
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Festejos de Nossa Senhora do Mont'Alto
Quase quase... está ai, mais um 15 Agosto.
Mais um ano a celebrar Nossa Senhora do Mont'Alto.
A nossa Associação estará presente nos festejos, visitem-nos na nossa barraquinha de comes e bebes.
sexta-feira, 24 de junho de 2016
II Caminhada - Sardinhada 2016
Os Combatentes estão em forma…
Segundo diz o Presidente da nossa Associação, todos, ou quase todos estão em forma, porque alguns, com as suas caras-metades, e familiares, souberam transmitir vitalidade e boa saúde, na designada Caminha dos Combatentes, realizada no dia 5 deste mês de Junho, que com mais esta iniciativa se cumpre o calendário de eventos desta Associação.
A Caminhada decorreu dentro da normalidade, que em percurso previamente concebido, os cerca de meia centena de caminheiros portaram-se lindamente, apesar do percurso ser revestido de grau Dificuldade. Por causa dessa dificuldade, e porque a maioria já não tem os “elásticos pernis” em boa forma, ficou prometido pela direcção da Associação que promete para o ano arranjar uma caminhada mais suave e ainda para que os mais entrados na idade não se queixem das cãibras…
No final da prova, como recompensa, a sardinhada foi um bom motivo para todos conviverem de outra forma, em termos de descanso e de alimentar os estômagos, pois estes já estavam “passados” por tanto esforço. E assim, o combustível, veio mesmo a calhar, para que a tarde continuasse a ser de festa.
Embora tardiamente, o Presidente, em nome da sua equipa, sempre atenta e disponível para estas caminhadas, sejam elas em quilómetros ou em eventos na sede, a todos os que colaboraram com a Associação deixa o s agradecimento, tanto mais que a Caminhada se traduziu numa grande festa, como aliás, é apanágio desta rapaziada, que não há outra igual para confraternizar e elevar bem alto o lema que “a vida são dois dias”.
Mais uma vez o Presidente deixa o Obrigado a todos os que estiveram connosco neste dia.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
A nossa Associação celebrou 10 anos
As cerimónias ocorreram no domingo, 22 de Maio. Começaram na sede, com a oferta de um forte matabicho, fazendo com que, a maior parte dos convidados, sócios e amigos da Associação, desfrutassem das obras que na «Casa do Cantoneiro» foram feitas, com modificações de relevo, tendo em atenção, futuramente o chamar à leitura, com a introdução de uma biblioteca, porque sala já existe. Além do mais, o presidente combatente deixou a nota de que haverá mais material, que foi de guerra, para enriquecer o património museológico da Associação, havendo já ordens e por indicação do ex-Vice-Chefe do Estado-Maior, Tenente-General Campos Gil, há já peças à ordem da Associação para serem trazidas do Entroncamento, por ordem do Capitão Moreira da Silva, estando somente à espera do dia para que essa transferência se faça. E neste andamento, António Vasconcelos disse que «o nosso Exército, afinal, não nos abandonou, continuando connosco desta forma», e ao saudar terminou salientando a presença e um especial agradecimento aos nossos convidados provenientes de diversas regiões do país», salientou estar convicto que «é desta forma que continuaremos a enraizar e a fortalecer as nossas amizades, enquanto Deus nos der forças para isso». A concluir, deixou uma nota de um colaborador de A COMARCA DE ARGANIL, Vítor Cândido, que numa das suas crónicas e referindo-se às festas dos Combatentes, escreveu: «Os almoços da tropa, como é conhecido o convívio dos militares, antigos combatentes da guerra colonial, é sempre uma jornada de enorme confraternização, onde se cultivam sólidas amizades e se recordam momentos vividos e peripécias inesquecíveis. Só quem foi Combatente saberá dar apreço ao que significa para nós estes convívios e o que caracteriza a amizade e o companheirismo dos camaradas de armas, verdadeiros amigos de peito. Até parece que à medida que o tempo passa e avançamos na idade a nossa sensibilidade se acentua».
Abel Fernandes, um combatente que também está dentro das coisas de Arganil, da sua terra, e que é presidente da assembleia geral, não deixou de saudar todos com um abraço do tamanho do mundo, sendo gratificante, como disse, saber viver com a nossa idade, teve palavras também para as rosas que estavam presentes, que sempre estiveram na retaguarda, dando o seu apoio, elogiou o trabalho da equipa directiva que tem feito muito por aquela casa, «uma grande equipa, com empenho, com garra», e «quando temos pessoas timoneiras, que gostam de ver as coisas ir para a frente», as palavras são poucas para as poder espelhar.
O presidente do conselho fiscal, José Carlos Trindade Ventura, falou de quando foi promotor da criação do Núcleo, que depois se formou em Associação, tendo ido para os Paços do Concelho, com a sua 4L reunir companheiros para que esta força solidária fosse um êxito, que acabou por ser, e o representante da Associação de Penacova, o seu fundador, Alfredo Fonseca, referiu-se aos tempos idos, em que a maior parte da juventude passou por terras africanas, cujas vicissitudes eram por vezes negativas, e é sempre bom, como disse, encontrarmo-nos neste e noutros convívios, vivendo estes momentos maravilhosos de amizade e solidariedade, dentro de uma paz que nos motiva; e deixou a notícia que o dia 17 de Setembro será a comemoração do aniversário da sua Associação.
Armando Mendes Lopes, representante da Freguesia de Arganil,não sendo um combatente das guerras do passado, em terras africanas, contudo, lembra-se falar dos que iam para defender a Pátria, dizendo que «o país não pode debelar as suas dívidas que tem para com a maior parte dos Combatentes» e que «Arganil muito lhes deve». Recorde-se que Junta de Freguesia tem dado o seu apoio, dentro das suas possibilidades, à Associação.
Se a Câmara Municipal tem sido uma parceira na melhoria da Casa do Cantoneiro, sobretudo no seu arranque inicial, o seu presidente, Eng. Ricardo Pereira Alves, vincou mesmo isso, elogiando o trabalho que posteriormente ali tem sido feito, e toda esta envolvência é a afirmação e grandeza do nosso concelho e a defesa da nossa Pátria, desejando a todos as maiores felicidades para o futuro.
Findas as cerimónias na sede, todos se dirigiram ao Memorial, no Sobreiral, onde as diversas representações de Associações, quer de Coimbra, de Góis, Pampilhosa da Serra, Tábua, de Viseu e Tondela, de Mangualde e Vila do Conde, e muitas pessoas outras pessoas estiveram em grande número. A par da deposição de coroas e ramos de flores no sopé do monumento, foi lido o nome de cada um dos combatentes do concelho falecidos em combate, seguido de um Presente bastante forte. Cantado o Hino Nacional, todos se dirigiram ao nosso maravilhoso Mont’Alto, em cujo restaurante foi servido um bem confeccionado almoço a 120 convivas.
ZÉ VASCONCELOS
segunda-feira, 9 de maio de 2016
A força do Combatente do ex-Ultramar Português = ALJUSTREL - ARGANIL
A força do Combatente do ex-Ultramar Português Em ALJUSTREL… ARGANIL marcou jornada de grande vivência de amizade, solidária e
fraterna.
fraterna.
A vivência do Combatente do ex-Ultramar Português é, mais do que nunca, sinónimo de União, Amizade e Fraternidade.
Vem isto a-propósito do encontro que a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil realizou à vila alentejana de Aljustrel, a convite da Câmara Municipal e da Associação de Combatentes local, agendada para os passados dias 24 e 25 de Abril de 2016, encontro que teve em atenção o que aquela Associação aljustrelense já tinha efectuado a Arganil.
Mesmo passando para o papel a “missão” da nossa deslocação a Aljustrel, as palavras, as linhas, os parágrafos, não chegavam para descrever os dois dias da nossa vivência naquele território mineiro alentejano.
A saída registou-se às 7 horas, e a viagem decorreu normalmente. A Estação de Serviço de Leiria foi a primeira paragem para o matabicho e para desentorpecer as pernas, enquanto, em simultâneo, estacionava um autocarro da Câmara de Arganil com gente de Pomares, que se deslocava para a zona de Almada, a fim de assistir à celebração da sua colectividade, a velhinha Sociedade de Melhoramentos, que nos permitiu, também cumprimentar velhos amigos daquela freguesia pomarense.
Prosseguindo, e conforme o agendado, chegámos a Aljustrel cerca das 13 horas. Antes, porém, junto à saída da auto-estrada, tínhamos dois combatentes à nossa espera (o Paulos e Jacinto) para nos encaminharem à sede do concelho, mais propriamente à Ermida da Senhora do Castelo, onde foi partilhado o almoço. Após o repasto, visitámos aquela capela, por sinal muito bonita, de onde se desfruta uma paisagem deslumbrante sobre aquela região.
Como o tempo voava… Seguiu-se uma visita a uma galeria das minas (antigamente conhecida por Pirites Alentejanas), guiada por Engenheiro e Geólogo, que nos deram uma “aula” sobre a matéria mineira, que ao longo dos anos se registou naquela galeria.
Já na vila de Aljustrel, sempre acompanhado por elementos já referidos, visitámos o Museu Mineiro, acompanhados pelo seu Director, ao qual se agradece todo o acompanhamento. É um espaço que merece ser visitado, tal a sua grandeza em espólio que remonta a tempos bastante recuados.
Seguiu-se a recepção na sede da Associação de Combatentes, onde nos esperavam dezenas de elementos, sendo ali servido um lanche à comitiva arganilense e a todos os presentes. O seu presidente, Manuel Paulos, dirigiu-nos palavras afectuosas, lembrando o carinho com que foram recebidos em Arganil, afirmando que “isto não é mais do que a troca da amizade recebida na vossa terra”.
Falou de seguida o presidente da Direcção e da Assembleia Geral dos Combatentes arganilenses, respectivamente António Vasconcelos e Abel Fernandes, que agradeceram a recepção que estavam a viver e, logo de seguida, foram trocadas lembranças entre as duas Associações, das quais constavam, da nossa parte, a Medalha do Município de Arganil, além de outras coisas.
Devido às festas do concelho, tivemos que pernoitar num hotel de Castro Verde, voltando mais tarde para o jantar e participar nas festas da vila, que se desenrolaram até altas horas da noite.
No dia seguinte continuaram as festas do concelho, com a inclusão das comemorações do 25 de Abril, no jardim de Aljustrel, requalificado e inaugurado na altura. Na sessão solene, realizado em local tão emblemático, esteve representada a nossa Associação, através do Presidente da Assembleia, Abel Fernandes.
A cerimónia dos Combatentes locais realizou-se junto ao seu memorial, onde foram depostas coroas de flores pelas entidades convidadas, militares e civis.
O presidente da Associação local, ao proferir os nomes daqueles que foram mortos em terras ultramarinas e que estão inscritos no monumento, foram seguidos por forte grito “Presente!”, por parte dos combatentes arganilenses, cujo gesto emocionou quantos ali estavam.
De seguida foi o Abel Fernandes a usar da palavra e, finalmente, o Presidente do Município Aljustrelense.
Encerradas as cerimónias, seguiu-se o almoço no pavilhão gimnodesportivo, com todos os convidados, combatentes e familiares. Antes, porém, houve entrega de lembranças. Ao Sr. Presidente da Câmara de Aljustrel e também ao Sr. Rui Faustino, que, além de ser Presidente de Junta de uma freguesia próxima, é secretário do Presidente, que dentro das suas possibilidades sempre nos apoiou nas andanças por aquelas terras alentejanas.
Ainda foram anotadas palavras de circunstância pelos Presidentes da Direcção e Assembleia Geral dos Combatentes de Arganil, bem como do tesoureiro da Associação Arganilense, José Gomes, que também estava a representar o Núcleo de Marinheiros de Arganil, e ainda do Presidente da Associação dos Filhos da Escola de Cantanhede, o bom amigo Carlos Freire; e por fim, o Presidente da Câmara de Aljustrel, que muito nos honrou com as suas palavras.
E porque se fazia tarde, lá tivemos que “embarcar” de regresso a Arganil. Pelo caminho ainda parámos para partilharmos as sobras do almoço do dia anterior, chegando a Arganil cerca das 23 horas, com a sensação plena do dever cumprido.
Para finalizar, não podemos deixar de agradecer, publicamente, a simpatia e amizade com que fomos mimoseados por todos os aljustrelenses que intervieram nesta magnífica viagem que foi uma “operação de paz e fraternidade”. Queremos agradecer especialmente aos Combatentes locais Manuel Paulos, João Gato, José Luís e Jacinto, mas de forma particular ao Presidente da Câmara Municipal de Aljustrel, Dr. Nélson Brito, pelo seu empenhamento, não podendo esquecer o seu assessor Rui Faustino.
Numa só frase para finalizar: A TODOS O NOSSO MUITO E GRANDE BEM-HAJA!
quinta-feira, 21 de abril de 2016
quinta-feira, 31 de março de 2016
Em operação solidária De ARGANIL a ALJUSTREL
Dias 24 e 25
de Abril
Um grupo de mineiros e não mineiros das minas de Aljustrel, localidade situada em terras alentejanas, que visitou Arganil recentemente para conviver entre Combatentes das duas localidades, proporcionou que a permuta fosse feita nos dias 24 e 25 de Abril, precisamente em data marcante para aquela localidade do Alentejo.
A embaixada aljustrelense, depois de ter ficado tão sensibilizada pela forma como os combatentes arganilenses os receberam, os aljustrelenses acharam por bem que Arganil estivesse representada naqueles dias festivos de Abril.
Às 6.45 horas é a saída da excursão, junto ao Teatro Alves Coelho, do dia 24, que será preenchido com diversas visitas, como por exemplo à central de compressores da galeria mineira de Algares, visita à ermida de Nossa Senhora do Castelo, encerrando o dia com espectáculo musical.
O dia 25, feriado nacional, que marca o encerramento das nossas tropas irem para o Ultramar, os arganilenses serão recebidos nos Paços do Concelho de Aljustrel, assistindo ao hastear das bandeiras, com sessão solene na Assembleia Municipal, seguindo-se a cerimónia de homenagem aos falecidos em combate, junto ao Monumento dos Combatentes. O almoço-convívio, com animação, terá lugar no parque desportivo, terminando o dia de festa, de convívio e amizade entre as duas comunidades, com espectáculo de Cante Alentejano.
Quem desejar participar nesta jornada, deve inscrever-se junto de António Vasconcelos (964 861 328) e José Gomes (963 018 181) ou na sede, aos domingos, à tarde.
Será, naturalmente, mais uma «operação» de grande envergadura que os Combatentes Arganilenses irão fazer em território alentejano, mas que desta vez, em relação ao passado, a paz, a concórdia, o convívio, a amizade serão as armas fortes que estarão no campo de batalha, mas de uma batalha onde os abraços, os sorrisos, os aplausos serão certamente as defesas que se suplantarão a outros acontecimentos que não abonam à integridade de cada um. Será outra forma de dignificar a nossa Pátria, o nosso País, as nossas terras.
ZÉ DE VASCONCELOS
A embaixada aljustrelense, depois de ter ficado tão sensibilizada pela forma como os combatentes arganilenses os receberam, os aljustrelenses acharam por bem que Arganil estivesse representada naqueles dias festivos de Abril.
Às 6.45 horas é a saída da excursão, junto ao Teatro Alves Coelho, do dia 24, que será preenchido com diversas visitas, como por exemplo à central de compressores da galeria mineira de Algares, visita à ermida de Nossa Senhora do Castelo, encerrando o dia com espectáculo musical.
O dia 25, feriado nacional, que marca o encerramento das nossas tropas irem para o Ultramar, os arganilenses serão recebidos nos Paços do Concelho de Aljustrel, assistindo ao hastear das bandeiras, com sessão solene na Assembleia Municipal, seguindo-se a cerimónia de homenagem aos falecidos em combate, junto ao Monumento dos Combatentes. O almoço-convívio, com animação, terá lugar no parque desportivo, terminando o dia de festa, de convívio e amizade entre as duas comunidades, com espectáculo de Cante Alentejano.
Quem desejar participar nesta jornada, deve inscrever-se junto de António Vasconcelos (964 861 328) e José Gomes (963 018 181) ou na sede, aos domingos, à tarde.
Será, naturalmente, mais uma «operação» de grande envergadura que os Combatentes Arganilenses irão fazer em território alentejano, mas que desta vez, em relação ao passado, a paz, a concórdia, o convívio, a amizade serão as armas fortes que estarão no campo de batalha, mas de uma batalha onde os abraços, os sorrisos, os aplausos serão certamente as defesas que se suplantarão a outros acontecimentos que não abonam à integridade de cada um. Será outra forma de dignificar a nossa Pátria, o nosso País, as nossas terras.
ZÉ DE VASCONCELOS
quinta-feira, 24 de março de 2016
Assembleia Geral dos Combatentes de Arganil
Em assembleia geral dos Combatentes de Arganil ficou provado que é uma das Associações que tem mais vida com 700 visitas em 2015
Com uma saúde administrativa saudável, onde o saldo das contas apresentadas em assembleia geral, realizada na passada sexta-feira, dia 18, na Casa do Cantoneiro, sua sede, é o espelho da boa governação que a direcção da Associação de Combatentes do Concelho de Arganil incute na sua liderança, para além de outras situações que merecem nota alta. Por exemplo, a ampliação e melhoria de alguns espaços, que dão melhor qualidade ao ambiente de convívio que ali se pratica, não descurando a parte histórica, que é a melhoria e renovação do Museu, bem como a introdução de uma Biblioteca, com a respectiva Sala de Leitura.
Com todos os predicados citados, onde o social e a amizade são o vínculo que levam aqueles antigos combatentes a continuarem a manter a sua sede aberta, sobretudo aos domingos, na parte da tarde. É uma forma de ali se encontrar um espaço de paz, de convívio, de lazer e de uma certa algazarra também, mas amistosa, quando as circunstâncias assim o exigem, sobretudo quando está em causa um jogo de futebol.
Só é pena, assim ficou vincado na assembleia, por diversos sócios e dirigentes, como o Abel Fernandes, que presidiu, ao José Carlos Ventura, ao Manuel Silva, ao Romão Mateus, que os Combatentes não sejam olhados com olhos de ver perante certa elite da comunidade local que, apesar de tudo, é a Associação que tem mais vida e faz por ela, é um símbolo que Arganil e o concelho possuem, em termos de páginas da nossa história.
Os seus gestos, ao longo dos seus 10 anos de existência, são de molde a reconhecer a sua importância, tanto mais não esquecendo aqueles que morreram pela Pátria em terras africanas, ao longo de uma década e meia.
É uma Associação que tem projecção, não só no país, como no mendo inteiro. Basta olharmos para as visitas que são feitas ao sítio da Associação, como os visitantes que têm visitado a sua sede. Foi durante o ano de 2015 que mais de 700 pessoas visitaram a Casa do Cantoneiro, e que ficaram tão encantadas com o que viram e com o que ali sentem, que prometem sempre voltar.
Veja-se o encontro recente de comitiva de Aljustrel, constituída por 50 pessoas, que foi de Arganil encantada pela forma como foram recebidos e por tal facto, logo ficou aprazada a visita de uma delegação de Arganil, a qual terá lugar nos dias 24 e 25 de Abril, a fim de que possam participar nas festividades concelhias que vão ter lugar naquela vila mineira alentejana.
Como disse o presidente da mesa, Abel Fernandes, «a nossa casa é já uma referência, e quem cá vem fica com vontade de a visitar novamente». E acrescentou que «vamos continuar a estimá-la», já que «é uma casa de virtudes, que dá saúde e faz amigos, mesmo que às vezes os ânimos se exaltem, mas acabamos por apertar a mão».
Depois da leitura e aprovação da acta, que foi aprovada, lida pelo secretário da mesa, Manuel Ventura Fernandes, seria dada a conhecer as actividades que vão ser desenvolvidas no ano de 2016, mais ou menos as mesmas que em 2015 foram realizadas. Se no ano passado foi concretizado o convívio dos Combatentes da Guiné, este ano, no mesmo mês (Outubro), será a vez dos de Moçambique começarem já a pensar no assunto.
Às contas apresentadas, há a nota de que a Associação recebeu em donativos, 1.308,30 euros, enquanto quotas se receberam 1. 994,00 euros, num círculo de 267 associados que a Associação possui.
Abel Fernandes não deixou de elogiar o trabalho do presidente António José Travassos de Vasconcelos e de José Gomes, dizendo que «é uma sorte esta direcção ter um presidente e um tesoureiro deste quilate», e por isso será bom que as pessoas se abeirem mais da Associação, porque, «aqui há exemplos de amizade, de solidariedade, de sacrifício, de abnegação».
Houve festa no final da assembleia, houve abraços de felicitações, porque o presidente António Vasconcelos completava 65 anos e assim sendo houve um petisco na mesa, não faltando o bolo, que no apagar das velas todos lhe desejaram boa saúde e força para continuar a gerir os destinos da Associação com a mesma vontade e arreguenho como o tem feito até aqui.
Zé de Vasconcelos
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