MOÇAMBIQUE - GUERRA COLONIAL - PARTE II
C.CAÇ.4140 - MUEDA - MOÇAMBIQUE




Deslocamento standard: 4000 Ton
Deslocamento máx. : 4253 Ton.
Tipo de propulsão: Máquinas a vapor
Comprimento: 114 M - Largura: 14.4M
Calado: 5.33 M.
12 x Caldeiras (carvão) ()
2 x Máquinas a vapor tripla expansão (12500cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 432
Autonomia: 5000Km a 15 nós - Nr. Eixos: 2
Velocidade Máxima: 22 nós
Canhões / armamento principal
4 x Armstrong 152mm TR Mod.1895 (Calibre: 152mm/Alcance: 0Km)
8 x Vickers 120mm/40 m.1886 (
14 x Hotchkiss & Comp. 47mm/44 Mk.I Mod.1886 (Calibre: 47mm/Alcance: 7.2Km)
Incorporado na marinha de guerra portuguesa em 1899 como D. Carlos I, este foi o primeiro e único cruzador da marinha portuguesa, dado que o outro principal navio, na altura, o Cruzador-couraçado Vasco da Gama, resultou de uma conversão de um casco mais antigo, tendo igualmente uma velocidade incompatível com classificação de Cruzador.
O D. Carlos I foi o primeiro navio da marinha a dispor de telefonia sem fios, o que era ara a altura algo considerado extraordinário, sendo no inicio do século um navio tecnologicamente actualizado para os padrões da altura, embora com um deslocamento de 4000 toneladas, não fosse um cruzador de primeira linha.
Ao longo da sua vida ao serviço da marinha efectuou várias missões de soberania e de representação do Estado Português. Em 1906, ocorreu a bordo um motim, que ocorreu igualmente a bordo do Cruzador-couraçado Vasco da Gama, sem consequências de maior. Após o golpe de 5 de Outubro de 1910, foi renomeado Almirante Reis, em honra de um dos militares que apoiaram aquele golpe e que se suicidou na altura.
Em 1915 no entanto, o navio apresentava já problemas e as suas caldeiras não conseguiam manter a pressão, reduzindo assim a velocidade máxima e sustentada do navio. O navio saiu em 1916 acompanhado pelo Cruzador-couraçado Vasco da gama, pela última vez para uma viagem oceânica.
Na altura, por causa da qualidade dos metais, era comum nas marinhas de topo, a substituição periódica das caldeiras, a cada 5 a 7 anos. Em 1915, o então cruzador Almirante Reis, tinha 16 anos e as mesmas caldeiras de origem. Em 1917, com trabalhos de substituição de algumas das caldeiras, era notório que as restantes estavam igualmente em péssimo estado e que o casco e tubagens não se encontravam em condições.
A instabilidade política e financeira resultante da implantação da república, não ajudou, e o navio nunca mais sairia para o mar. Acabou rebocado para a Holanda, onde foi desmantelado.
O D. Carlos I / Almirante Reis, foi o mais poderoso navio da marinha no século XX, e embora nem de longe atingisse o poder proporcional dos galeões portugueses do século XVI, foi sem dúvida um dos mais poderosos navios da armada portuguesa nos seus muitos séculos de história.
Motores/ Potência:
2 x motores Klimov TV3-117VM
Potência total: 4140 HP/CV
Velocidade / Autonomia:
Velocidade Maxima: 300 Km/h
Máxima(nível do mar): 280 Km/h
De cruzeiro: 270 Km/h
Autonomia standard /carregado: 460 Km
Autonomia máxima / leve 500 Km.
Altitude máxima: 5802 Metros
Dimensões:
Comprimento: 17 M
Envergadura: 17.2 M
Altura: 4.7
Peso / Cap. Carga:
Peso vazio: 8095 Kg
Peso máximo/descolagem: 11660 Kg
Numero de suportes p/ armas: 4
Capacidade de carga/armamento: 1814 Kg
Tripulação: 1+1
O Mi-28 começou a ser projectado no inicio dos anos 80, quando começou o desenvolvimento do helicóptero Apache de fabrico americano.
Embora o primeiro voo do Mi-28 tivesse ocorrido ainda em 1982, o projecto enfrentou problemas de desenvolvimento. O fim da guerra fria atrasou ainda mais o desenvolvimento ou a introdução deste helicóptero nas Forças Armadas da Rússia, equipadas com grandes quantidades de helicópteros Mi-24.
Se o contrário Mi-24, é uma aeronave adaptada do mais antigo Mi-8, o Mi-28 parece sofrer a influência do projecto do Mi-24. Ele não tem capacidade para transportar um grupo de militares, que tinha sido uma das exigências dos militares russos nos anos 60 e conta com um único canhão de 30mm numa estação por debaixo do nariz da aeronave, exactamente como no modelo norte-americano.
O Mi-28 tem características que o diferenciam de outros helicópteros como por exemplo capacidade para se mover para trás ou para os lados, a velocidades de cerca de 100Km/h.
O Mi-28N tem capacidade para operação durante a noite, estando equipada com sistemas de visão nocturna que permitem quer a navegação quer o disparo de armas em condições de pouca visibilidade.
O sistema de pontaria do canhão de 30mm instalado no nariz do helicóptero é convencional, ligado a um computador de calculo de tiro, que permite auxiliar o atirador aumentando a qualidade da pontaria.
O Mi-28 utiliza os mesmos tipos de mísseis anti-tanque dos Mi-24 e Mi-35
A Associação de Combatentes do Concelho de Arganil vai levar a efeito no próximo dia 5 de Outubro pelas 15 horas o seu 1º Rally / Peddy Paper "O Combatente".

Motor:
4 motores Allison T-56-A-15
Dimensões:
Envergadura.................. 40,41 m / 40,41 m
Comprimento.................. 29,79 m / 34,36 m
Altura........................... 11,65 m / 11,65 m
Performances:
Velocidade máxima.......... 589 Km/h / 589 Km/h
Velocidade cruzeiro......... 547 Km/h / 547 Km/h
Raio de acção................ 6.480 Km / 6.480 Km
Tecto de serviço............. 35.000 fts / 35000 fts
Peso vazio..................... 80.000 lbs / 85.000 lbs
Peso máx. descolagem..... 15.5000 lbs /15.5000 lbs
Peso máx. de carga......... 40000 lbs / 35000 lbs
Passageiros.................... 92 / 128
Tropas de infantaria......... 78 / 114
Pára-quedistas................ 64 / 92
Macas/paramédicos..... 70/6 ou 74/2 / 93/8 ou 97/4
Combustivel.................... 64000 lbs / 64000 lbs
O C-130H é um avião quadrimotor, turbo-hélice, de asa alta e trem retráctil. O acesso ao compartimento de carga na fuselagem é feito pela parte traseira do avião, que se abre em rampa, facilitando, desta forma, não só as operações de carga e descarga, mas também o transporte de cargas volumosas, (por exemplo viaturas pesadas), o lançamento de carga em pára-quedas ou por extracção a baixa altitude e ainda, o lançamento de pára-quedistas. Na configuração sanitária o C-130H pode transportar até 74 macas e, na versão C-130H-30, poderão ser evacuados até 97 feridos ou doentes. As suas excepcionais características operacionais (robustez, versatilidade, capacidade, raio de acção e autonomia), garantem à Força Aérea Portuguesa a capacidade para a realização de missões de transporte aéreo táctico e transporte aéreo geral, de patrulhamento marítimo e de busca e salvamento, apoio logístico às Forças Armadas Portuguesas e Forças NATO, operações de combate a incêndios florestais, etc. A FAP possui três C-130H-30, versão que resulta do alongamento do C-130H, pela introdução na fuselagem de dois anéis, que aumentam o comprimento total da aeronave em 4,572 m, o que lhe confere maior capacidade volumétrica sem lhe alterar significativamente a "perfomance" básica. O C-130H e o C-130H-30 são operados pela Esquadra 501 da Base Aérea do Montijo.

