quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Marinha, 1972 - A corveta "Augusto Castilho" em Angola
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Força Aérea Portuguesa
"SE DEUS QUISESSE QUE O HOMEM VOASSE, TINHA-LHE DADO ASSAS. ENTÃO, DEUS DEU ASSAS ÁS AVESTRUZES E AOS PINGUINS PORQUÊ???"
O Afundamento do Navio "GEBA"

Encontrei o afundamento do "GEBA" Navio da República Portuguesa.
Mas navios há muitos na nossa Marinha.
Porquê o "GEBA"?
Porque recentemente foi-nos oferecido diverso material pela Marinha Portuguesa, para embelezamento da Rotunda onde está inserido o Monumento aos Combatentes mortos no Ultramar e para o nosso museu.
De entre várias peças encontra-se o magnifico SINO que pertencia ao Navio "GEBA".
Obrigado Marinha Portuguesa.
Por isso aqui está a resposta aos porquê deste post.
Com o objectivo de avaliar a operacionalidade e a eficácia dos sistemas de combate e em especial dos mísseis de defesa aérea contra alvos de superfície, foi executado um exercício de tiro real contra o ex-NRP "Geba", o qual foi especialmente preparado para servir de alvo, tendo sido efectuada a remoção de todos os elementos combustíveis e poluentes.
Terminada a fase planeamento e preparação, o exercício teve início esta manhã, a cerca de 200 milhas a Sudoeste do Cabo de S. Vicente, cumprindo-se as normas de segurança internacionais.
Para este exercício, foi criado um cenário táctico onde os sete navios participantes evoluíram por fases, com o objectivo de deter uma ameaça caracterizada por um navio tipo patrulha em aproximação rápida à Força.
Pela primeira vez foi possível, no mesmo exercício, reunir as três fragatas da classe "Vasco da Gama" que, num ambiente táctico, efectuaram o lançamento de mísseis contra o mesmo alvo.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Lembranças Marinha II


Tipo ... Navio misto de 2 hélices
Construtor ... Bartram & Sons, Ld.
Local construção ... Sunderland - Inglaterra
Ano de construção ... 1950
Ano de abate ... 1974
Registo ... Capitania do porto de Lisboa, em 13 de Julho de 1950, com o número H 399
Sinal de código ... C S K N
Comprimento fora a fora ... 131,42 m
Boca máxima ... 17,98 m
Calado à proa ... 7,80 m
Calado à popa ... 7,80 m
Arqueação bruta ... 7.655,95 Toneladas
Arqueação Líquida ... 4.223,83 Toneladas
Capacidade ... 9.254 m3
Porte bruto ... 6.761 Toneladas
Aparelho propulsor ... Dois motores diesel, de 4 cilindros cada, construídos em 1950 por Richardsons, Westgarth & Co. Ld. em West Hartlepool - Inglaterra.
Potência ... 5.750 cavalos
Velocidade máxima ... 15,0 nós
Velocidade normal ... 14,5 nós
Passageiros ... Alojamentos para 4 em classe de luxo, 60 em primeira classe, 25 em terceira e 298 em terceira suplementar, no total de 387 passageiros.
Tripulantes ... 120
Armador ... Companhia Nacional de Navegação - Lisboa
domingo, 4 de setembro de 2011
Feira do Mont'Alto 2011 - Estamos lá
sábado, 3 de setembro de 2011
A Marinha em Angola 1973 - 2ª Parte
Ao longo das 90 milhas de margem fronteiriça, cabia à Marinha, com um dispositivo de Unidades Navais e Fuzileiros a fiscalização de margens e múltiplos canais, as "muilas".
No pequeno trecho filmado que se apresenta, os fuzileiros embarcam na LFP "Rigel" que os levará aos diferentes postos de vigilância do rio Zaire.
No Zaire, como em toda a costa de Angola navegavam também muitas outras unidades navais. São visíveis neste resumo filmado a fragata "Comandante Sacadura Cabral" - F 482, os navios-patrulha "Cunene" - P 1141 e "Mandovi" - P 1142 e as LDP's 209 e 213.
Ali prestaram serviço inúmeros oficiais da Reserva Naval.
A Marinha em Angola 1970 - 1ª Parte
No pequeno trecho filmado que se apresenta, os fuzileiros embarcam na fragata "Vasco da Gama" que larga das Instalações Navais das Ilha do Cabo (INIC) em Luanda, com armas e bagagens, rumo ao norte, numa viagem que os levará aos diferentes postos de vigilância do rio Zaire.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Exercício de Fuzileiros - Guine 1966
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Noticias da época I
Graças a esse membro "Tonkat" a ao "FórumDefesa.com", iremos logo que possível divulgar algumas noticias de interesse, bem como algumas fotos.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
De ARGANIL a OLHÃO… Quarenta anos depois… alegria e emoção.
Em Janeiro de 1967, depois de tirar a Recruta no RI 12, na Guarda, fui transferido para o Porto, Regimento de Transmissões, para tirar a especialidade de Telegrafista. Até Maio do mesmo ano ali permaneci e nestes cinco meses novas amizades se construíram. Uma delas, porém, marcou até final do serviço militar cumprido e mesmo decorridos quarenta anos.
Pertencíamos ao 4.º pelotão. Na despedida, concluída a especialidade, o Piedade seguiu para o quartel de Faro, a dois passos da sua terra (Olhão) e eu segui para Lisboa, Batalhão de Telegrafistas, na Graça.
decorridos que foram dois meses, já em Lourenço Marques, a fim de seguir para o norte de Moçambique, mais concretamente Muidumbe, zona de Mueda, no distrito de Cabo Delgado, eis que chega ao porto o Niassa, em cujo navio iria fazer a viagem até Mocímboa da Praia. Qual não foi o meu espanto quando vi o Piedade, que também ia para o mesmo Batalhão (1878), mas cada um para diferente Companhia: ele para a 1502 (Miteda), eu para a 1504 (Muidumbe).
Como o Batalhão tinha já 15 meses quando nos integrámos, em Montepuez ficámos à espera de colocação. Veio a ordem oficial que íamos integrar o Comando de Agrupamento do Sector F de Tete.
Fomos os dois e daqui jamais nos separámos. Entretanto, meses antes, recebera o Piedade a notícia de que fora novamente pai de outra menina. E foi por causa das meninas e com medo que algo lhe acontecesse, pois faltavam poucos meses para irmos para a Beira, que fui no lugar dele para uma operação, partilhada com os rodezianos, realizada na zona de Gago Coutinho, na fronteira com a Zâmbia. Falou-me ao coração e eu acedi, e hoje sinto orgulho por isso. Foram 12 dias que por lá andei, que até a minha família acabou por ficar incomodada, por estar tanto tempo sem mandar notícias. Felizmente cheguei são e salvo, apenas com a barba de 12 dias…
Durante esses dias acabei por abraçar também um amigo de Torrozelas, o Belmiro Domingos, que era padeiro. Nada faltou, nem tão-pouco a «água-Lisboa»… vinho para os brancos. Hoje, quando vem «à cidade», recordamos esses tempos.
Passada toda esta vivência, eis que chegou a hora do regresso, depois de termos passado oito meses na Beira. Foi no final de Agosto de 1969. Embarcámos no «Angola», o mesmo navio que me tinha levado.
O desembarque aconteceu no dia 22 de Setembro, no cais de Alcântara. Aguardavam-no a esposa do Piedade, a Aura, com as filhas, e da minha parte o meu saudoso e sempre querido irmão Silvino.
Despedimo-nos, abraçados por momentos. Calados, mas com uma lágrima traiçoeira a roçar o rosto de cada um. Decorridos dois anos, porém, encontrámo-nos em Fátima. Depois, não mais nos vimos, somente nos escutamos ao telemóvel.
Decorridos quarenta anos a hora chegou. No passado dia 15 de Julho, tendo ido com familiares ao Algarve, não podia deixar de ver o meu amigo Piedade. Lá fui a Olhão, à Rua Almirante Reis, n.º 34. Sabendo que o Piedade luta com doença que não perdoa, situada num pulmão, mais uma força interior me impeliu para o ir visitar e dar-lhe um abraço de força, de amizade, de solidariedade.
O abraço foi tão forte, que as lágrimas de ambos se misturaram com a alegria dos netos que brincavam mesmo ali e que são o seu enlevo. A Aura, sempre solícita, generosa, bom coração, que ainda tem tempo para ajudar outros que precisam, não deixa o marido em qualquer circunstância, mesmo quando anda em tratamentos dolorosos para lhe atenuar a doença. Lá estava sempre prazenteira e com um sorriso nos lábios.
Embora as dificuldades sejam o pão de cada dia daquele casal, essa dificuldade é atenuada pela alegria e amizade entre a família, sendo uma mais-valia daquela casa, pois o Piedade e a Aura tiveram ainda mais dois filhos, que lhe deram 9 netos e três bisnetos. É uma família que se ajuda irmãmente e vêem nos progenitores uns pais de verdade.
A casa do Piedade é um espaço aberto, de grandes dimensões. É como aquela casa que o Solnado clamava: «Tragam-me a sopa!». Nas paredes, a galeria da família, desde os verdes anos de cada um e já adultos.
O Piedade teve um lugar de peixe no mercado de Olhão. Mas devido à doença teve que deixar. Como se atrasou nos pagamentos à Segurança Social, agora quando podia receber a sua reforma, tem que esperar mais alguns meses, até que as contas com o Estado estejam saldadas. É uma pequena renda de uma loja que lhe vai atenuando as despesas. Os filhos, esses, lá estão na retaguarda, sempre a ver de que os pais precisam.
É uma família que, mesmo com adversidades tão acentuadas, vivem de uma forma aberta, simpática, sem grandes lamentos, só aqueles que doem no corpo e na alma.
Chegou a despedida. Um abraço forte e a promessa de nos voltarmos a abraçar. Prometo Piedade, com lágrimas e tudo… Já no carro ainda os lobrigámos na varanda, dizendo adeus. Um adeus forte e… com muita esperança.
Texto de: José Travassos de Vasconcelos
domingo, 21 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Nós estivemos lá
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Lembranças Exercito II

Início de produção em 1942, manteve-se ao serviço neste país até 1980.
A combinação da arma e projéctil mostrou uma grande versatilidade o que permitiu a sua permanência em serviço muitas décadas para lá de 1945.
Mantém-se em serviço no Paquistão, Nova Zelândia, África do Sul.
Nome: OBUS 140 mm, campanha modelo 1941
Fabricante: Gran Bretanha
Guarnição: 9 Militares
Dimensões:
Comprimento: 4,70 metros
Largura: 2,54 metros
Altura: 2,67 metros
Comprimento do tubo: 4,2 m
Peso: 5,850 Kg
Elevação: -5 to +45 degrees
Desempenho:
Velocidade Inicial: 510 metros por segundo
Cadência: 3 tiros por minuto
Peso da munição: 45,36 kg (100 lb)
Alcance: 16.400 metros com granada de alto explosivo de 37 Kg
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
ÚLTIMA HORA:
Fazem parte do seguinte espólio que também nos foi cedido:
- Um barrete de pano a azul ferrete e verde, instituído aquando do primeiro plano de uniformes da Guarda Nacional Republicana, em 31 de Outubro de 1910. Esta peça de fardamento transitou para a GNR a partir de 3 de Maio de 1911, com a adaptação do monograma “GNR”. Assim se vem mantendo até aos nossos dias, tal como as calças, o dolmem e a generalidade do uniforme privativo da GNR.
- Uma Boina utilizada pela Guarda Nacional Republicana em missões de manutenção de PAZ da ONU, designadamente no Afeganistão, Bósnia, Kosovo e Timor.
- Um Crachá de Armas de Peito do Comando Geral da GNR.
- Um Apito com fiador utilizado pelas patrulhas no serviço rural.
- Um Coldre em couro, utilizado para a pistola Walther, P38, calibre 9mm, com fiador.
- Um Freio e Estribos de metal utilizado nos cavalos do antigo Regimento de Cavalaria da GNR, datado de 1873.
- Um Bastão em couro utilizado pela GNR nas várias saídas em serviço.
Cada vez mais, o Museu da Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, vai ficando enriquecido com as diversas dádivas e cedências de Associados e Departamentos dos vários Ramos das Forças Armadas e Militarizadas.
A todos o nosso muito obrigado.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Lembranças Força Aérea I
É um desenvolvimento do Alouette II, tendo um tamanho maior e uma maior capacidade de carga. Originalmente propulsado por uma turbina Turbomeca Artouste IIIB, o Alouette é reconhecido pelas suas capacidades de operação em grandes altitudes, sendo o ideal para o salvamento em áreas montanhosas.
A primeira versão do Alouette III, o protótipo SE-3160 voou pela primeira vez em 28 de Fevereiro de 1959. A sua produção foi iniciada em 1968, mantendo-se até 1968. Em 1968 começou a ser produzida a versão SA-316B.
Descrição:
Fabricante:Aérospatiale (antes Sud-Est e Sud Aviation) / França
Missão:Utilitário ligeiro de transporte
Tripulação: 1 piloto + 6 passageiros
Dimensões:
Comprimento: 10,2 m,
Envergadura: 11 m Altura 2,9 m Área (asas) 110,50 m²
Peso
Peso total 1.105 kg, Peso bruto máximo 2.100 kg
Propulsão Motores: 1 turbina Turbomeca Artouste IIIB de 870 CV
Performance: Velocidade máxima 220 km/h
Alcance 1.300 km
Teto máximo: 6.100 m
Armamento: Metralhadoras 1 canhão lateral de 20 mm
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Lembranças Exercito I
sábado, 6 de agosto de 2011
O "TOBIAS"
Soldado Raso, assentou praça em Viseu, depois da recruta foi colocado em Tavira onde esteve 16 meses, tendo sido mobilizado para Timor, regressando à metrópole em 1972.
É ele que recebe todos os que querem visitar o nosso Museu. Vestido a rigor, está sempre pronto para as visitas guiadas que sejam solicitadas todos os domingos das 15 ás 19 horas.
Companheiro, camarada e sempre com um sorriso nos lábios, é o TOBIAS que descreve a história de cada um dos objectos exposto. Muitos têm uma história boa e alegre outros, uma história triste e má.
O espólio do nosso Museu existe, graças á boa vontade de muitos Combatentes e em especial à Marinha, Exercito e Força Aérea Portuguesa, aos quais a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, agradece do fundo do coração.
Todos os dias os nosso Museu é engrandecidos com mais uma recordação dos tempos Guerra do Ultramar.
Visitas guiadas para grupos ou individuais, ao nosso Museu podem e devem ser pedidas por Correio electrónico: combatentes.arganil@hotmail.com, ou junto de qualquer elemento da direcção da Associação, que posteriormente informará a data para a visita.
Horário das visitas: Domingos das 15 horas ás 19 horas.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Lembranças Marinha I

Tipo ... Navio misto de 1 hélice
Construtor ... Société Anonyme Cockerill-Ougrée
Local construção ... Hoboken - Bélgica
Ano de construção ... 1955
Ano de abate ... 1979
Registo ... Capitania do porto de Lisboa, em 31 de Agosto de 1955, com o número H 435
Sinal de código ... C S A W
Comprimento fora a fora ... 151,27 m
Boca máxima ... 19,44 m
Calado à proa ... 8,37 m
Calado à popa ... 8,37 m
Arqueação bruta ... 10.742,32 Toneladas
Arqueação Líquida ... 6.256,62 Toneladas
Capacidade ... 13.249 m3
Porte bruto ... 9.706 Toneladas
Aparelho propulsor ... Um motor diesel, de 6 cilindros, modelo Doxford de embolos opostos, construido em 1955 pelo Stabilimento Meccanico Ansaldo S. A. em Sampierdarena, Génova.
Potência ... 6.800 cavalos
Velocidade máxima ... 18,4 nós
Velocidade normal ... 16,2 nós
Passageiros ... Alojamentos para 22 em primeira classe, 300 em classe turistica, no total de 322 passageiros.
Tripulantes ... 132
Armador ... Companhia Nacional de Navegação - Lisboa

quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Os Combatentes na Nossa Senhora do Mont'Alto
No próximos dias 14 e 15 de Agosto, vão-se realizar os festejos em honra de Nossa Senhora do Mont'Alto.Como é habitual a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil irá estar presente com o seu habitual Kioske, onde todos os Associados, Amigos e companheiros poderão desfrutar da boa camaradagem, relembrar tempos antigos e claro matar a sede e a fome que habitualmente aparece nesses dias de festejos.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Guerra Colonial - anos 60/70 - GUINÉ
Vídeo nunca divulgado acerca da guerra no nosso Ultramar.
Guerra Colonial - anos 60/70 ...
(Atenção algumas cenas pesadas)
Guerra Na Guine...
É o único filme feito na Guiné que apanhou uma sequência real de guerra.
Os jornalistas franceses que seguiam nesta patrulha, mandada executar para que eles tomassem conhecimento com o dia a dia das NT estacionadas em BULA, um pouco a Norte do Rio Mansoa, apanharam um "cagaço", mas registaram algo que mais nenhum registou. Se não estou errado ia também uma jornalista.
A emboscada que as NT sofreram, não estava "no programa", mas isto era o que podia acontecer sempre que se saía para o mato e neste caso julgo que foi para os lados do CHOQUEMONE, uma das zona quente onde o IN tinha "acampamento(s)", na área entre BULA-BISSORÃ-S. VICENTE (já no Rio Cacheu).
O Spínola, com a seu ajudante de campo (era ainda o Almeida Bruno) e o Cmdt do Batalhão de BULA foram lá, mal tiveram conhecimento do que tinha acontecido.
Fonte: YouTube-JUAQUIMNUNEZ
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Falecimento de Associado

1941 - 2011
Á familia enlutada apresentamos os nossos Sentidos Pêsamos
Nota: As nossas desculpas pelo atraso da noticia.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Mais um convívio que marcou pela positiva
Cheguei à linda sede da Associação dos Combatentes do Concelho de Arganil, que tão gratas recordações nos deixam, por ter sido a Casa do Cantoneiro (e continua com essa designação), onde viveram pessoas amigas e que essa amizade ainda perdura.
Chegados lá, já o Marílio, o Zé Carlos, o Zé Simões, o Artur Travassos, o António Vasconcelos estavam de volta dos assadores, onde a sardinha e as febras iam cheirando, enquanto o presidente Leonel e o Abel Fernandes iam tratando do pão, e do vinho, e o Zé Gomes, na retaguarda, ia vendo o que mais era preciso. O Manel do Tribunal, o João Pimenta no balcão do bar e o Manel Silva ia tratando dos tocadores: o sempre bem-vindo e acarinhado Zé d’Almeida e os «aprendizes»: António Pereira (Tornomoita) e o Vítor da Tasquinha.
Além do mais, a presença das mulheres foi em grande número, o que é sempre salutar e enriquecedor nestes encontros, e também os netos de alguns deram um cheiro forte de jovialidade ao ambiente.
Foi bom ver também o Manuel Vasconcelos, que de vez em quando se desloca à sua terra, desde Torres de Cotilhas (Espanha). E quando há coincidências com a sua estada, não deixa de participar nestes convívios.
Foi mais uma confraternização que marcou mais uma vez o estado de espírito da Associação, unida e forte.
Recordo quando, em 1964 ou 65, assisti à chegada do primeiro combatente da Barreira e da vila, que tinha ido para Angola, que foi o António Carriço. À sua chegada fez-se uma festa rija no lagar do Sr. Carlos Carneiro, lançando-se ao ar alguns foguetes. Também baile não faltou e uma grande merenda. Infelizmente este amigo já não pertence ao nosso número.
Aliás, daí para diante foi sempre usual que quando chegava um militar da guerra, a população recebia-os festivamente, com bailes na Casa do Povo e não só.
José Vasconcelos
domingo, 10 de julho de 2011
Sardinhada 2011
Com grande afluência de associados, amigos e familiares.
A Associação agradece a comparência de todos neste evento, houve alegria, confraternização, convívio entre todos os presentes.
Neste dia até os Membros dirigentes cantaram o fado, ao som do acordeões tocados pelos companheiros José de Almeida, Vitor da Tasquinha e António Pereira
A Associação de Combatentes do Concelho de Arganil agradece a todos, pelos momentos de alegria e convívio que prestaram neste evento.
José Alberto Soares - Oferece quadro
O amigo José Alberto Soares tem representado incansavelmente a nossa Associação junto dos três ramos das Forças Armadas em Lisboa.
"O branco representa a esperança do fim da Guerra
O preto os dias negros dos Combatentes.
Os traços as chicotadas de Cristo.
O Dourado a riqueza do Soldado"
Obrigado Amigo Alberto. Os Combatentes Agradecem.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Sardinhada Anual

Comparece e trás um Amigo.
Aproveita e visita o nosso MUSEU.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
"Esquecidos pela Pátria"
No programa “Linha da Frente” transmitido pela RTP1, em 2011-06-15, ficamos nós, ex. combatentes e os telespectadores em geral a saber um pouco mais sobre o que foi a guerra no Ultramar Português, (Angola, Guiné e Moçambique) e suas sequelas, que alguns, ainda teimam em fazer esquecer, outros nem sequer falar, senti em mim como que uma revolta ver aqueles Homens ex. combatentes que lado a lado combateram junto de nós, sofreram! Como se pode ver com as marcas bem visíveis no corpo, lembro que passados quase meio século não fosse capaz de ver o drama destes ex. combatentes e muito mais o esquecimento a que por vezes estão sujeitos, é que já lá vão dez anos a viver em quartéis, longe das suas terras, de seus familiares, sem que o Estado Português reconheça aquilo a que têm direito, mas as injustiças não se ficam por aqui, pois todos sabemos que ficaram por lá muitos ex. combatentes que tombaram em combate, que até hoje não descansam em paz no seu País nas suas terras junto de seus familiares, isso me envergonha, enquanto Português e ex. combatente. Em grito de revolta digo, façam por estes Homens, algo que merecem! Que amanhã não seja tarde de mais! Depois em vez de receberem aquilo a que têm direito e por certo mais barato, recebe a família o subsídio de funeral.
ex. Combatente na Guiné, Jolmete 1969/71 - CCAÇ 2585 (Mais Alto)
Informação de Sousa de Castro
Texto de José Rodrigues Firmino












